Teto encolhe em até 15 % do PIB projeção para dívida em 10 anos - Valor Econômico
O Novo Regime Fiscal, com a imposição de um teto para o crescimento da despesa primária da União, pode levar a dívida bruta a se estabilizar no início da próxima década, entre 80% e 90% do PIB.
Para pequenos empresários, prioridade deveria ser diminuir desemprego - Folha de S.Paulo
Para donos de pequenas e médias empresas, o combate ao desemprego deveria ser a prioridade do governo para melhorar o ambiente de negócios no Brasil. A ação foi apontada como mais importante por 26,23% deles e ficou à frente de alternativas como realizar reforma tributária, reduzir a taxa básica de juros e combater à inflação.
Inflação corrente cai e melhora projeção para 2016, mas muda pouco a de 2017 - Valor Econômico
A inflação bastante abaixo do esperado em setembro, de apenas 0,08%, ajudou a melhorar as projeções para o IPCA deste ano, de 7,23% para 7,04%, mas as expectativas para 2017 ficaram praticamente imóveis. Segundo a mediana de analistas do boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, o IPCA vai subir 5,06% no ano que vem.
Brasil e China criam fundo bilateral de US$ 20 bi - Valor Econômico
Com foco em infraestrutura e energia, Brasil e China vão finalmente tirar do papel um fundo de US$ 20 bilhões para financiar investimentos asiáticos no mercado brasileiro.
Quando nada mais der certo - Folha de S.Paulo
A recessão econômica fez triplicar o número de pessoas que começam um negócio próprio por falta de opção. Entre aqueles prestes a começar uma empresa ou que abriram uma faz três meses, 36% o fizeram porque não tinham outra forma de ganhar dinheiro, e não por terem enxergado uma oportunidade.
A vez das pequenas empresas - Folha de S.Paulo
Em todo o mundo, as pequenas e médias empresas são responsáveis por parcela significativa da atividade econômica e da geração de empregos. No Brasil, pesquisas indicam que respondem por cerca de 30% do PIB e mais de 15 milhões de postos de trabalho. Esse mesmo vigor, porém, não se reflete no mercado internacional, ressalta Roberto Azevêdo, diretor-geral da OMC, em artigo na seção Tendências/Debates.
Um milhão de famílias entrará para as classes D e E até 2025 - O Globo
Estica, aperta e corta se tornaram palavras de ordem para lidar com o desemprego e a alta de preços na casa de Glória de Oliveira Brito e Anderson Ornelas, ambos de 42 anos. Depois que Anderson perdeu o cargo de gerente num areal, no início do ano, a renda da família foi reduzida a um terço, para R$ 1.300. A rotina sofreu mudanças drásticas: TV a cabo é coisa do passado, assim como as idas ao shopping e a lanchonetes com as três crianças - Maria Fernanda, de um ano e 7 meses, Daniel, de 6 anos, e Gabriela, de 10 -, que abandonaram as aulas de judô e balé. As viagens habituais para Belo Horizonte e para a Região dos Lagos já não fazem parte dos planos. E até os livros escolares dos filhos mais velhos de Glória só puderam ser comprados no meio do ano.