Para FMI, Brasil será emergente mais endividado a partir de 2019 - O Globo
Relatório Fiscal do Fundo Monetário Internacional (FMI), divulgado nesta quarta-feira em Washington, lançou um alerta para as dívidas do governo e das empresas no Brasil. No lado privado, o documento afirma que as empresas brasileiras não financeiras cresceram, na última década, em uma velocidade duas vezes maior que a das companhias de outros países. E o endividamento público bruto do país segue avançando e, a partir de 2019, será o maior entre 40 países emergentes selecionados, chegando a 93,6% do PIB em 2021. No ano passado, a dívida pública bruta era de 73,7% do PIB.
Produção da indústria cai 3,8% em agosto e interrompe 5 meses de alta - O Estado de S.Paulo
A produção industrial recuou em agosto 3,8% na comparação com o mês anterior, após cinco meses seguidos de ganhos, de acordo com dados divulgados pelo IBGE. Este é o pior resultado mensal desde a queda de 4,9% verificada em janeiro de 2012.
Com alto índice de desemprego, Brasil joga fora o seu futuro - Folha de S. Paulo (coluna de Antônio Delfim Netto)
A mais cruel notícia da última semana veio do mercado de trabalho. De acordo com o IBGE, foram consultadas 166 milhões de pessoas em idade de trabalhar. Delas, 64 milhões declararam-se fora do mercado: nem trabalham, nem procuraram emprego. Isso nos deixa com uma força de trabalho da ordem de 102 milhões: 90 milhões declararam que estavam empregados e 12 milhões afirmaram que procuraram emprego no período mas não tiveram sucesso - ou seja, estavam desempregadas por definição. Desses números emerge a assustadora taxa de desemprego de 11,8% (12/102 x 100). Em termos físicos: de cada dez pessoas que podem e querem trabalhar, uma está desempregada. Mais preocupante ainda é a revelação de que, na faixa de 18 a 24 anos de idade, uma em cada quatro está desempregada!
Fraco desempenho da indústria do Brasil deve continuar, aponta índice - Folha de S. Paulo
A produção da indústria brasileira teve, em agosto, sua maior queda desde janeiro de 2012. Dados de setembro indicam que o setor manteve o ritmo fraco, amargando o pior desempenho em um grupo de 28 países desenvolvidos e emergentes relevantes. Com esse resultado, o processo de fraca recuperação do setor -que vinha se expandindo a um ritmo lento havia cinco meses- foi interrompido. Segundo o IBGE, a atividade industrial recuou 3,8% em agosto na comparação com julho, contra uma contração média de 3,1% esperada por economistas do mercado financeiro.
Brasil voltará a ter o oitavo maior PIB global em 2017, prevê FMI - Folha de S. Paulo
A previsão da retomada do crescimento da economia brasileira no ano que vem e a freada da alta do dólar nos últimos meses vão levar o Brasil a voltar a ser, em 2017, o oitavo maior PIB global, de acordo com o FMI (Fundo Monetário Internacional). Desde o ano passado, o país está na nona colocação (duas abaixo em relação a 2014), reflexo da recessão que teve início no fim de 2014. Agora, o Fundo prevê que o Brasil vai passar a Itália no ano que vem e vai permanecer como a oitava maior global até pelo menos 2021, que é o alcance da atual estimativa do organismo.
Relatório final da PEC do teto permite R$ 9 bi a mais em gasto com saúde - Folha de S. Paulo
O relatório final da proposta de emenda constitucional 241, apelidada de PEC do teto, que será lido nesta terça-feira (4) na comissão especial da Câmara dos Deputados, estabelece que a base de cálculo do piso mínimo dos gastos com saúde em 2017 será de 15% da receita líquida, e não de 13,7%, como previa o texto original. A mudança permitirá um piso de R$ 112 bilhões na área no ano que vem, R$ 9 bilhões a mais do que previsto no texto anterior. A partir de 2018, o cálculo dos gastos permitidos na área será limitado pelo IPCA do período anterior.
Governo adia reunião com centrais sindicais sobre reforma da Previdência - Folha de S. Paulo
O Palácio do Planalto resolveu adiar a reunião com centrais sindicais para apresentar as linhas gerais da reforma da Previdência, inicialmente prevista para esta terça-feira (4). A ideia era reunir representantes de todas as centrais, mas nem todos os líderes foram chamados a Brasília. Com a presença apenas do presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o governo decidiu tratar do tema na próxima semana. A reunião foi agendada para a próxima terça (11).
Vocação para dono - Valor Econômico
40% da população brasileira está envolvida em alguma forma de empreendedorismo, movimento que deverá se manter em alta nos próximos anos. Entre as razões figuram a necessidade de abrir um negócio próprio por causa das condições adversas da economia, as oportunidades que surgirão quando a retomada do crescimento vier e a possibilidade de aprovação das medidas de terceirização mais ampla da força de trabalho.
Reforma vai alterar regimes especiais de aposentadoria - Valor Econômico
A reforma da Previdência que será proposta pelo governo Temer pode exigir mudanças nas regras de concessão de aposentadorias e pensões dos regimes especiais não só de professores, policiais civis e militares como também dos parlamentares.
Nova interpretação da Justiça antecipa reforma trabalhista - Valor Econômico
Preocupado com a premência do ajuste fiscal, o presidente Michel Temer disse na semana passada que a reforma trabalhista pode ser deixada "para mais adiante", priorizando a discussão da PEC que fixa o teto para a correção dos gastos públicos e das alterações na Previdência. Temer argumentou que as mudanças na legislação trabalhista vêm acontecendo com as decisões do STF.