30 DE JUNHO | O GLOBO
Reforma trabalhista: após derrota no STF, centrais planejam alternativas ao imposto sindical
Após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir pelo fim do imposto sindical, centrais de trabalhadores avaliam alternativas de financiamento. As opções vão desde criar novas taxas por meio de novas leis a reforçar campanhas junto aos empregados, para aumentar o volume de contribuições voluntárias - as únicas permitidas até agora.
30 DE JUNHO | O ESTADO DE S.PAULO
Sem imposto, arrecadação das centrais sindicais cai até 90%
As três maiores centrais sindicais do País - CUT, Força Sindical e UGT - deixaram de arrecadar, neste ano, cerca de R$ 100 milhões em contribuição sindical com o fim da obrigatoriedade de recolhimento do imposto incluído na reforma trabalhista que entrou em vigor em novembro. As centrais ficavam com 10% do valor arrecadado pelos sindicatos relativos a um dia de salário de cada trabalhador. A queda da arrecadação para algumas centrais chegou a 90% em relação ao ano passado.
30 DE JUNHO | O ESTADO DE S.PAULO
O fim da contribuição sindical compulsória
Celso Ming: A contribuição obrigatória é uma das razões pelas quais há no País nada menos que 16,5 mil sindicatos. Só para comparar, no Reino Unido há 168 e na Alemanha, 11. Grande parte desses 16,5 mil sindicatos nem sequer pode ser chamada de entidades pelegas, porque não se interessa por fazer o jogo dos patrões. São simplesmente organizações oportunistas, cujos dirigentes ganham a vida com a anualidade obrigatória descontada diretamente dos salários dos trabalhadores. Mas até mesmo a CUT mudou de ideia. Passou a defender com unhas e dentes a obrigatoriedade da contribuição.
30 DE JUNHO | FOLHA DE S.PAULO
Imposto sindical aprovado em assembleia ainda precisa de definição
O entendimento do STF de que a contribuição sindical voluntária é constitucional traz segurança para empresas negarem o recolhimento em massa, mas pode não encerrar por completo a judicialização do tema, apontam advogados ouvidos pela Folha. Sindicatos devem pleitear na Justiça que a aprovação do desconto em assembleia seja reconhecida como autorização em nome de cada trabalhador da categoria.
02 DE JULHO | FOLHA DE S.PAULO
Caminhoneiros e Copa pesam sobre vendas de shoppings no 2º trimestre
Os shoppings brasileiros devem colher resultados mais fracos no segundo trimestre deste ano sobre igual período de 2017, com uma combinação de eventos que inclui a paralisação dos caminhoneiros e a Copa do Mundo de futebol se somando ao ritmo mais lento que o esperado da recuperação econômica do país. Dados mais recentes divulgados pela Abrasce mostram que o fluxo de visitantes nos mais de 570 empreendimentos do país caiu 2,3% em maio sobre um ano atrás, interrompendo uma sequência de altas desde o começo deste ano em decorrência da paralisação de 11 dias dos caminhoneiros.
02 DE JULHO | FOLHA DE S. PAULO
Crise severina e nordestina no emprego
No Brasil do primeiro trimestre deste ano, o número de pessoas ocupadas, com algum trabalho, era 1,6% menor do que no início de 2015, quando emprego e rendimentos ainda estavam perto do pico, antes do massacre da recessão. Isto é, há 1,4 milhão de pessoas empregadas a menos. No Nordeste, 1,7 milhão de ocupados a menos, em baixa de ainda 7,6%.
30 DE JUNHO | O ESTADO DE S.PAULO
Queda do desemprego segue ritmo lento
A taxa de desemprego observada em maio pela Pnad registrou a segunda queda seguida do ano. O recuo representa uma continuidade da trajetória de recuperação lenta e gradual do mercado de trabalho, iniciada em abril de 2017 (após o pico de 13,7% em março de 2017).