19 DE AGOSTO | FOLHA DE S.PAULO
Maior tribunal do Trabalho terá primeira presidente negra
"A menina do balcão está sentada na mesa de audiência?” A pergunta feita em tom de estranhamento foi ouvida inúmeras vezes por Rilma Aparecida Hemetério ao assumir, como juíza, a 16ª Vara do Trabalho, em São Paulo, em 1981. Tinha 28 anos e, apenas cinco anos antes, era mesmo Rilma quem recebia e arquivava os processos da vara em que se tornaria juíza. No próximo dia 1º de outubro, a menina do balcão se tornará a primeira mulher negra a presidir o maior TRT (Tribunal Regional do Trabalho) do país -o tribunal da 2ª Região, que engloba a capital paulista, Guarulhos, Osasco, região do ABC e a Baixada Santista. A desembargadora foi eleita em um momento em que uma extensa reforma promete trazer mudanças profundas no mercado de trabalho. Para a futura presidente do TRT-2, as regras são uma realidade que precisa ser observada. Reconhece, no entanto, que há aspectos da reforma que afrontam a Constituição, cujos capítulos que tratam dos direitos sociais se referem basicamente ao direito dos trabalhadores.
20 DE AGOSTO | O ESTADO DE S.PAULO
Empresa oferece tecnologia de ponta para contratações
O californiano Jacob Rosenbloom, hoje com 35 anos, chegou ao Brasil em 2007 como funcionário de um grande banco de investimentos. No contato com o mercado local, observou que as empresas brasileiras tinham problemas referentes à contratação do perfil ideal de colaborador para vagas em aberto. Viu nessa lacuna, uma oportunidade para empreender e, em 2016, juntamente com Derek Fears, fundou a Levee. Utilizando a tecnologia machine learning, a empresa estabelece o perfil ideal para a vaga e procura o profissional no mercado. Segundo Rosenbloom, a Levee ajuda as empresas a vencer dificuldades desde o recrutamento até a gestão de funcionários. “O grande diferencial desta solução, é conseguir tornar o processo de seleção de pessoas muito mais rápido e eficiente para o negócio da empresa, proporcionado redução de custos e ganho de produtividade”, afirma o empresário.
18 DE AGOSTO | O GLOBO
Geração de vagas é pouco detalhada por candidatos ao governo
Atrair investimentos e criar programas sociais para desempregados são as principais apostas dos cinco candidatos mais bem colocados na disputa pelo governo do Rio. As propostas, no entanto, são pouco detalhadas. De planos genéricos sobre como melhorar o ambiente de negócios a promessas de bolsas para quem foi demitido, há poucas medidas concretas para gerar postos de trabalho nos programas apresentados.Em São Paulo, os quatro primeiros colocados na disputa - João Doria (PSDB), Luiz Marinho (PT), Marcio França (PSB) e Paulo Skaf (MDB) - também têm receitas distintas, e genéricas, para enfrentar o desemprego.
18 DE AGOSTO | FOLHA DE S.PAULO
Como será o trabalho no mundo 'volátil, incerto, complexo e ambíguo'
Quando o avanço tecnológico torna um segmento do mercado obsoleto, milhares de postos de trabalho são fechados e, por isso, o capitalismo enfrenta hoje um terrível dilema: como o sistema pode sobreviver se ele elimina empregos mais rapidamente do que consegue criar? Para onde essa muvuca de V.U.C.A. vai levar o mundo? Não existe resposta fácil, mas há certas pistas e também algumas apostas.