31 DE JULHO | FOLHA DE S.PAULO
Nova lei de dados pessoais deve afetar contratações no país
A nova lei geral de proteção de dados pessoais deverá levar a mudanças nos processos seletivos, segundo advogados que atendem essas contratantes. Para reduzir riscos, as contratantes deverão pedir menos características dos candidatos, diz Daniel Dias, do escritório Machado Meyer. “Se o endereço é solicitado, por exemplo, isso terá de ser justificado. Já vemos isso no exterior, com aplicações a vagas cada vez mais enxutas.”
31 DE JULHO | VALOR ECONÔMICO
Maioria dos empresários pede redução de impostos
Para 64% dos pequenos e médios empresários brasileiros, a medida que mais contribuiria para incentivar o desenvolvimento das PMEs no país seria a redução da carga tributária, mais até que a diminuição da burocracia ou o aumento da oferta de crédito. A constatação é da pesquisa trimestral feita pelo Centro de Estudos em Negócios do Insper com apoio do Santander. Entre as regiões, Sudeste, com 66%, tem o maior número de donos de empresas que consideram a medida a mais relevante para impulsionar a atividade.
31 DE JULHO | VALOR ECONÔMICO
Justiça Federal libera entidade de aderir ao eSocial
A Associação de Comunicação Educativa Roquete Pinto (Acerp) obteve na Justiça liminar que impede o Fisco de cobrar sua adesão ao eSocial - ferramenta que levará dados relativos aos trabalhadores em tempo real para os Fiscos. Com a decisão, a entidade também continua a não ter que pagar os 20% de contribuição previdenciária sobre a folha de salários. Segundo o advogado Caio Taniguchi, do Bichara Advogados, que representa a Acerp no processo, o eSocial poderia inviabilizar a função social da entidade.
31 DE JULHO | O ESTADO DE S.PAULO
País tem 13 milhões de desempregados e 37 milhões na informalidade, aponta IBGE
A taxa de desocupação no Brasil ficou em 12,4% no segundo trimestre, mas ainda há 12,966 milhões de brasileiros em busca de emprego, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta terça-feira, 31, pelo IBGE. O mercado de trabalho no País perdeu 497 mil vagas com carteira assinada no período de um ano. O total de postos de trabalho formais no setor privado encolheu 1,5% no segundo trimestre de 2018 ante o mesmo trimestre de 2017. O total de vagas formais caiu a 32,834 milhões de postos, o menor patamar da série histórica iniciada em 2012.
31 DE JULHO | FOLHA DE S.PAULO
Desemprego cai, mas total de pessoas que não trabalham nem procuram vaga é recorde
O número de pessoas que não trabalham e nem procuram emprego bateu recorde no país. Apesar da taxa de desemprego ter desacelerado no segundo trimestre do ano, o contingente fora da força de trabalho chegou a 65,6 milhões, alta de 1,2% sobre o período anterior e o mais alto da série histórica do IBGE, informou o órgão nesta terça-feira (31). As pessoas fora da força de trabalho são indivíduos em idade para trabalhar, mas que não estão em busca de oportunidade. Isso ocorre, geralmente, por conta do desalento, que é quando a pessoa desiste de procurar emprego depois de tentar sem sucesso.
31 DE JULHO | VALOR ECONÔMICO
'Patrões sem CNPJ' aumentam 51% em 2 anos e empregam 1,87 milhão
Empurrados para bicos e ocupações mais precárias pela crise, trabalhadores tornaram-se também microempregadores informais. O número de empregadores sem CNPJ no país cresceu 51% em dois anos e chegou a 897 mil pessoas no primeiro trimestre deste ano, mostra levantamento da LCA Consultores a partir de microdados da pesquisa domiciliar do IBGE. São desde pedreiros que deixaram a construção civil e passaram a fazer pequenas obras em residências, com auxílio de serventes, até vendedores de "quentinhas" ("marmitex") que contrataram uma cozinheira. Ou camelôs que pagam auxiliares. Essas hipóteses explicam o crescimento, em dois anos, de empregadores informais em atividades como construção (78mil), alimentação (40 mil) e comércio (37 mil).
31 DE JULHO | O GLOBO
Quatro em cada dez brasileiros com trabalho estão na informalidade
O percentual de trabalhadores ligados à informalidade aumentou no segundo trimestre, na comparação com igual período do ano passado. Segundo análise do IBGE, 37,060 milhões de brasileiros estavam em atividades como trabalho por conta própria e emprego sem carteira. O contingente representa 40,6% do total de pessoas na ativa. Há um ano, a fatia era um pouco menor, de 40,1%. O levantamento do IBGE considerou as seguintes atividades: empregado sem carteira no setor privado; trabalhador doméstico sem carteira; empregador sem CNPJ; trabalhador por conta própria sem CNPJ; e trabalhador familiar auxiliar. O maior grupo é o de trabalhadores por conta própria sem CNPJ, que chegou a 18,6 milhões de pessoas.