29 DE JUNHO | O ESTADO DE S. PAULO
STF mantém fim da obrigatoriedade da contribuição sindical
O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu nesta sexta-feira, 29, que o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical é constitucional, mantendo a novidade trazida pela reforma trabalhista em novembro do ano passado. O plenário julgou como improcedentes as ações de entidades que buscavam a volta do pagamento compulsório. O julgamento que contestava um dos pontos da reforma trabalhista foi iniciado ontem com o voto do ministro Edson Fachin, relator do caso e favorável à volta da obrigatoriedade, posição acompanhada apenas pelos ministros Dias Toffoli e Rosa Weber.
29 DE JUNHO | FOLHA DE S.PAULO
Supremo valida fim da contribuição sindical obrigatória
Por 6 votos a 3, o STF decidiu nesta sexta-feira (29) que o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical é constitucional, e validou esse ponto da reforma trabalhista aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado. O plenário do STF analisou em conjunto 20 ações que tratavam do fim da contribuição obrigatória, 19 para derrubar a mudança e uma para mantê-la.
29 DE JUNHO | VALOR ECONÔMICO
Analistas esperam queda do desemprego em maio
No trimestre encerrado em maio, a taxa de desemprego deve ter diminuído ligeiramente para 12,7%, na comparação com os 12,9% de abril e os 13,3% do mesmo período do ano passado, segundo média das estimativas de 26 economistas consultados pelo Valor Data. Ante o trimestre anterior, terminado em fevereiro, quando a desocupação atingiu 12,7% da força de trabalho, também não deve haver grandes mudanças.
29 DE JUNHO | O ESTADO DE S.PAULO
Dados do emprego são menos ruins do que parecem
Em maio, foram abertas no País 33,7 mil vagas com carteira assinada, número que chega a 381,2 mil nos primeiros cinco meses de 2018. Foi o quinto mês consecutivo de recuperação, mas a quantidade de novos postos registrada no mês passado foi a menor do ano. É possível olhar os dados pela ótica negativa, mas os números podem ser menos ruins do que parecem. Um conhecido especialista em mercado de trabalho, o economista José Márcio Camargo, professor da PUC-Rio, considerou positivo o resultado de maio divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O argumento central de Camargo é de que, apesar de a indústria e o comércio terem sido imediatamente atingidos pela greve dos caminhoneiros, nos últimos dez dias de maio, ainda houve crescimento do emprego em geral.
29 DE JUNHO | O ESTADO DE S. PAULO
Taxa de desemprego cai para 12,7% no trimestre encerrado em maio
A taxa de desocupação no Brasil ficou em 12,7% no trimestre encerrado em maio, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta sexta-feira, 29, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em números absolutos, significa que 13,2 milhões de pessoas estão desempregadas no País.
29 DE JUNHO | FOLHA DE S.PAULO
Desemprego vai a 12,7% em maio, aponta IBGE
O desemprego no país atingiu 12,7% no trimestre encerrado em maio, divulgou o IBGE na manhã desta sexta-feira (29). O resultado representa estabilidade frente ao observado no período de três meses encerrado em fevereiro, quando a taxa de desocupação foi de 12,6%.
29 DE JUNHO | O GLOBO
Criação de empregos informais impede crescimento da taxa de desemprego em maio
Graças a um aumento do trabalho informal e de vagas na administração pública, a taxa de desemprego não cresceu no trimestre encerrado em maio. Ficou em 12,7%, atingindo 13,2 milhões de pessoas. Estisticamente igual a registrada em fevereiro (12,6%), período que serve como base de comparação direta. E caiu em relação ao mesmo período de 2017, quando estava em 13,3%, e o número de desocupados chegava a 13,7 milhões. As condições ainda difíceis do mercado de trabalho têm contribuído para a piora nas previsões para o crescimento da economia brasileira, e vice-versa. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad Contínua) do IBGE, divulgados nesta sexta-feira.
29 DE JUNHO | O ESTADO DE S.PAULO
Receita do varejo cai 25% nos dias dos jogos da seleção brasileira
A receita do varejo diminuiu, em média, cerca de 25% durante os dias de jogos da seleção brasileira na 1ª fase da Copa do Mundo na Rússia. A maior queda foi vista na última sexta-feira, quando o Brasil jogou contra a Costa Rica. A receita do segmento encolheu 26,4% em relação a um dia comum, conforme o Índice do Varejo Ampliado (ICVA) da Cielo, que será divulgado nesta sexta, 29. Na quarta, o recuo foi de 24,5%. Comer e beber. Enquanto o varejo de vestuário teve queda em seu faturamento entre 40% e 60% nos dias em que a seleção brasileira entrou em campo, outros se deram bem. Nos bares, o faturamento nesta quinta, 28, foi 43,7% superior ao de uma quarta-feira comum. Já nas padarias, o aumento ficou em 9,3%. O setor de móveis, eletro e departamento viu sua receita minguar 45,7%, próximo ao desempenho do vestuário, cujo faturamento caiu pela metade no dia em que o Brasil se classificou para as oitavas de final na Rússia.
29 DE JUNHO | O ESTADO DE S. PAULO
A resiliência do atraso
É triste constatar que, na infindável batalha contra o atraso, avanços conquistados a duras penas podem ser facilmente revertidos. E que os retrocessos costumam ser bem mais rápidos do que os avanços. Sobram evidências de que a resiliência do atraso pode ser surpreendentemente alta. Num piscar de olhos, interesses nele encastelados podem reverter mudanças importantes que já pareciam consolidadas e restaurar o arranjo anterior em que se locupletavam. E quão bem encasteladas podem ser as forças que defendem a preservação do atraso...Um bom exemplo é a extinção da contribuição sindical obrigatória. Durante três quartos de século, uma legislação fascista, criada na ditadura Vargas sob inequívoca inspiração da Carta del Lavoro de Benito Mussolini, obrigou indivíduos e empresas a contribuir compulsoriamente para o sustento de uma estrutura sindical artificial e hipertrofiada, em grande parte tomada por pelegos de todo tipo, que pouco ou nada faziam pelos interesses dos trabalhadores e das empresas que supostamente deveriam representar.
29 DE JUNHO | VALOR ECONÔMICO
Agronegócio impulsiona renda e emprego no Centro-Oeste
Entre as 5.471 cidades pesquisadas para a elaboração do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), o município goiano de Cristalina foi o primeiro colocado no quesito emprego e renda. A liderança nesse indicador específico reflete o avanço, impulsionado pelo agronegócio, da região Centro-Oeste, que alcançou o Sul e o Sudeste em termos de desenvolvimento socioeconômico.