25 DE JULHO | VALOR ECONÔMICO
Avança acordo sobre contribuição sindical
A proposta negociada pelo Solidariedade com Geraldo Alckmin em troca do apoio do "Centrão" à candidatura presidencial do PSDB permitirá que a contribuição sindical passe a ser cobrada de funcionários públicos, empregados domésticos e aposentados e possa ser pelo menos quatro vezes maior que o imposto sindical, que virou opcional com a reforma trabalhista e deixaria de existir com a nova taxa. A proposta é que contribuição negocial deverá ser aprovada em assembleia da categoria, junto com o acordo de convenção coletiva, que contém o reajuste salarial e demais benefícios. O projeto em discussão só estabelece um teto para a cobrança, de 1% da remuneração bruta do ano (o que inclui 13º, férias, horas extras e PLR, entre outros). Já o imposto sindical é de um dia de trabalho por ano - equivalente a 0,25% da remuneração do ano, considerado apenas o 13º salário, mas sem incluir outros ganhos que são variáveis. O desconto, portanto, pode ser pelo menos quatro vezes maior.
25 DE JULHO | FOLHA DE S.PAULO
Após reforma, negociação entre trabalhadores e empresas cai 39,6% no 1º semestre
Está mais difícil para trabalhadores e patrões concluírem negociações coletivas, apesar de a nova lei trabalhista, em vigor desde novembro, ter dado força a esse instrumento ao permitir que o negociado prevaleça sobre o legislado em uma série de quesitos. As negociações protocoladas no Ministério do Trabalho no primeiro semestre deste ano recuaram 39,6% ante 2017, apontam dados do Salariômetro da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas) divulgados nesta quarta-feira (25).
25 DE JULHO | VALOR ECONÔMICO
Acordos salariais caem quase 40% no 1º semestre
Sob efeito da reforma trabalhista, caiu de forma expressiva o número de acordos e convenções coletivas fechados no primeiro semestre deste ano, na comparação com o ano passado. Mas entre os tratos celebrados, aumentou a proporção dos que conseguiram aumentos reais de salários, ou seja, descontada a inflação.
25 DE JULHO | VALOR ECONÔMICO
Mercado formal de trabalho e inflação indicam que retomada segue fraca
Embora embaralhados pelos efeitos da paralisação dos caminhoneiros em maio, os dados mais recentes de emprego e preços - ambos abaixo do esperado - dão sinais de que a recuperação da economia continua lenta. Os núcleos de inflação mais aderentes à atividade são contundentes nesse sentido. Divulgado na semana passada, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) de julho, prévia da inflação oficial, registrou alta de 0,64%, taxa menor que a de junho, de 1,11%.
25 DE JULHO | FOLHA DE S.PAULO
'Eram de vizinhos', diz ministro sobre trabalhadores sem carteira em sua fazenda
O ministro do Trabalho, Caio Luiz de Almeida Vieira de Mello, disse em entrevista à Repórter Brasil que as 24 autuações por infrações trabalhistas em sua fazenda, no Sul de Minas, foram motivadas por disputas políticas e que os auditores do Ministério do Trabalho erraram. Ele afirma que os trabalhadores sem registro em sua fazenda eram, na verdade, funcionários de propriedades vizinhas. O ministro pagou multas que totalizaram R$ 46 mil por causa das infrações.