21 DE SETEMBRO | O ESTADO DE S.PAULO
No Twitter, Temer diz que foram criadas mais de 100 mil vagas de emprego em agosto
O presidente Michel Temer se antecipou ao Ministério do Trabalho e anunciou, pelo Twitter, que o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de agosto registrou a criação de mais de 100 mil empregos formais no Brasil. "Fui informado que o País criou mais de 100 mil empregos com carteira assinada em agosto. Isto é prova que o Brasil está no rumo certo. Em plena recuperação", escreveu o Presidente da República. Pesquisa realizada pelo Projeções Broadcast, com 20 instituições, aponta intervalo das estimativas para o Caged de agosto entre saldo positivo de 37.313 a 88.318 postos, com mediana de 59.950 vagas.
21 DE SETEMBRO | O GLOBO
País gera 110 mil empregos em agosto
O mercado formal de trabalho registrou em agosto a geração líquida de 110 mil empregos. O número foi adiatando pelo presidente Michel Temer em sua conta no Twitter. No mesmo período do ano passado, foram abertas 35.457 vagas com carteira assinada, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho. É o melhor resultado para esse mês em cinco anos. "Fui informado que o País criou mais de 100 mil empregos com carteira assinada em agosto. Isto é prova que o Brasil está no rumo certo. Em plena recuperação", escreveu Temer. Com a greve dos caminhoneiros, o nível do emprego formal virou o mês de junho com resultado negativo de 661 postos. Já no mês seguinte, houve uma recuperação, com saldo positivo de 47.319.
21 DE SETEMBRO | O GLOBO
País deve ter maior número de falências em uma década
Com uma lenta retomada da economia e investimentos represados devido à incerteza no cenário eleitoral, o Brasil vai registrar neste ano um aumento no número de empresas em recuperação judicial e o maior volume de falências em uma década. A recuperação concentrada em poucos setores e o fraco consumo das famílias explicam essa piora. A alta do dólar pode fazer com que essa situação persista em 2019, dizem analistas. - A recuperação da economia se dá em setores isolados. A maior parte ainda está em situação muito crítica. Há mais empresas em recuperação judicial, e elas não conseguem sair dessa situação, indo à falência - explica Luiz Alberto Paiva, diretor da Corporate Consulting, que projeta para este ano 948 decretações de falência, o maior número registrado desde 2008.
21 DE SETEMBRO | O ESTADO DE S.PAULO
Sem perspectiva, brasileiro desiste mais rápido de procurar emprego
A proporção de brasileiros que ficam desempregados e logo desistem de procurar emprego tem aumentado nos últimos dois anos, segundo estudo divulgado nesta quinta-feira, 20, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). São trabalhadores que nem chegam a entrar na fila do desemprego, que hoje tem 12,9 milhões de pessoas, embora tivessem condições de trabalhar. O IBGE classifica como “desalentado” o trabalhador que desiste de procurar emprego porque não consegue trabalho, ou não tem experiência, ou é muito jovem ou idoso, ou não encontra trabalho na localidade. No trimestre encerrado em julho, 4,8 milhões de brasileiros estavam nessa condição, maior patamar da série histórica, iniciada em 2012 pelo IBGE.
21 DE SETEMBRO | FOLHA DE S.PAULO
Alta da arrecadação, que vinha superando 10%, se reduz a 1,5% em agosto
Após alcançar picos de mais de 10% de alta, a taxa de crescimento da arrecadação federal se reduziu para 1,5% em agosto na comparação com mesmo mês do ano passado, mostram dados do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas). No total, a receita somou R$ 110,1 bilhões no mês passado, número composto de dois dados: os recursos arrecadados com impostos, que representam a maior parte do bolo e que tiveram alta de 0,9%, e a arrecadação administrada por outros órgãos que não a Receita Federal (como royalties de petróleo), com crescimento de 31,9%. Nos dois casos, a comparação é real, ou seja, desconta a inflação do período.
21 DE SETEMBRO | VALOR ECONÔMICO
Cobrança seria de 1,28% sobre movimentação financeira, diz Cintra
Citado pela equipe de Jair Bolsonaro como autor de uma das propostas de reforma tributária em estudo pelo candidato do PSL, o economista Marcos Cintra defende a substituição de vários tributos por uma cobrança sobre movimentação financeira, a uma alíquota total entre 1,28%. Desmembrada, a alíquota contempla 0,43% que substituiria a atual contribuição patronal de 20% sobre folha, o salário educação e as cobranças do chamado "Sistema S". Seria a Contribuição Previdenciária sobre Movimentação Financeira (CP). O outro 0,85% substituiria recolhimentos que hoje respondem por arrecadação atual de R$ 430 bilhões e que incluem tributos como IPI, Cide sobre combustíveis, IOF, Cofins e ITR. O impacto sobre carga tributária nas substituições, diz Cintra, seria neutro.