16 DE AGOSTO | VALOR ECONÔMICO
Emenda de Appy pode acelerar reforma tributária no Congresso
Os principais candidatos à Presidência se comprometeram, em seus planos de governo, com a unificação de tributos em um Imposto sobre Valor Agregado (IVA). A tese é defendida, em menor ou maior grau, por Geraldo Alckmin (PSDB), Fernando Haddad (vice do PT), Marina Silva (Rede), Álvaro Dias (Pode) e Ciro Gomes (PDT). O líder do PDT na Câmara, deputado André Figueiredo (CE), inclusive protocolou outra emenda à PEC que incorpora parte das ideias de Appy. Hauly e Appy convergem na ideia de um IVA (batizado de IBS - Imposto sobre Bens e Serviços) que unificaria tributos e seria cobrado na cidade e Estado de destino. Mas a composição desse imposto, a transição e alíquotas propostas são diferentes e dependerão de negociação após as eleições com o atual governo, o próximo, o Congresso, governadores, prefeitos e empresários.
16 DE AGOSTO | FOLHA DE S.PAULO
Diversidade nas empresas aumenta inovação e melhora competitividade
Perspectivas variadas levam a soluções inovadoras. Essa é a premissa que vem guiando o trabalho de mulheres no comando de grandes empresas de tecnologia, transformando comportamentos e dando oportunidade não apenas a outras profissionais, mas também a grupos que não tinham abertura nesse universo. De acordo com dados do BCG (Boston Consulting Group), uma das maiores consultorias estratégicas do mundo, negócios fundados por mulheres tendem a conseguir maior rendimento: mais do que o dobro por dólar investido. Mas, quando procuram investidores, elas recebem menos capital do que os homens. “Sei que o preconceito existe, e os números revelam isso. Meu trabalho é contribuir para eliminar barreiras”, diz Paula Bellizia, 46, presidente da Microsoft Brasil. Mesmo que lentamente, o papel das mulheres no mundo dos negócios está crescendo com a transformação digital.
16 DE AGOSTO | FOLHA DE S.PAULO
País deve pensar no futuro e virar chave do seu crescimento, diz economista
Enquanto a inovação não for definida como estratégia para o desenvolvimento do país nada vai mudar, diz Gianna Sagazio, diretora de inovação da CNI (Confederação Nacional da Indústria). “A gente sabe que é um momento difícil para o Brasil, de busca do equilíbrio fiscal. Mas isso não pode apagar uma agenda de futuro. É preciso resolver questões emergentes, mas também pensar no futuro”, afirma ela, que é também superintendente do IEL (Instituto Euvaldo Lodi), criado pelo setor industrial e que prepara as empresas para aumentar a competitividade. O instituto coordena a Mobilização Empresarial pela Inovação, movimento formado pelas 500 maiores lideranças do país com o objetivo de ampliar a inovação no Brasil.
16 DE AGOSTO | O ESTADO DE S.PAULO
Falta emprego para 27,6 milhões no País, mostra IBGE
A taxa composta de subutilização da força de trabalho teve ligeiro recuo de 24,7% no primeiro trimestre de 2018 para 24,6% no segundo trimestre do ano, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) trimestral, divulgados nesta quinta-feira,16, pelo IBGE. O resultado equivale a dizer que faltava trabalho para 27,636 milhões de pessoas no País no segundo trimestre deste ano. O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas estariam disponíveis para trabalhar.
16 DE AGOSTO | O GLOBO
Mais de 3 milhões buscam emprego há pelo menos 2 anos
O número de brasileiros que procuram emprego há dois anos ou mais bateu recorde no segundo trimestre: 3,1 milhões, informou nesta quinta-feira o IBGE. É o maior patamar para o desemprego de longa duração desde o início da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Também é recorde o número de brasileiros que não está empregado nem em busca de uma vaga - os desalentados. São 4,8 milhões nessa situação. Ao todo, no período, faltou trabalho para 27,6 milhões de brasileiros, somando ainda os desempregados e os que estão na ativa mas gostariam de trabalhar mais horas.
16 DE AGOSTO | FOLHA DE S.PAULO
Número de pessoas que desistiram de procurar emprego bate recorde
O número de pessoas que desistiu de procurar trabalho no país bateu recorde no segundo trimestre de 2018, chegando a 4,833 milhões de pessoas, 203 mil a mais do que o recorde anterior, do primeiro trimestre. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a taxa de desalento, que reúne as pessoas que desistiram de procurar trabalho, chegou a 4,4%, a maior da série histórica iniciada em 2012. A alta ocorre em um trimestre de queda do desemprego: no período de três meses encerrado em junho, a taxa de desemprego foi de 12,4%, contra 13,1% nos três primeiros meses do ano.
16 DE AGOSTO | O ESTADO DE S.PAULO
Recuperação dos serviços ainda não é evidente
Os Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Goiás e Pernambuco foram os maiores responsáveis pela recuperação industrial em junho, quando ficaram para trás as mazelas decorrentes da greve dos transportadores ocorrida no final de maio. O comportamento da indústria em outros locais objeto da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional (PIM Regional) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) exibiu resultados menos satisfatórios, registrando-se inclusive declínio nos Estados do Espírito Santo e do Amazonas.
16 DE AGOSTO | VALOR ECONÔMICO
Crise atrai mulheres para força de trabalho
A histórica distância que separa a participação feminina da masculina no mercado de trabalho tem diminuído no Brasil nos últimos anos. De 2015 para cá, 3,5 milhões de mulheres foram para a força de trabalho. Poderia ser uma boa notícia, mas essa mudança é conjuntural, uma consequência direta da recessão. Com o desemprego ainda elevado e o avanço da informalidade, as mulheres estão ampliando sua presença na força de trabalho para complementar a renda familiar, principalmente por meio de atividades por conta própria (venda de alimentos por exemplo) e do trabalho doméstico.
16 DE AGOSTO | O ESTADO DE S.PAULO
Varejo corta em 75% estimativa de abertura de lojas
O atual cenário de recuperação econômica ainda lenta e de cautela nos investimentos fez a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) cortar em 75% a estimativa para abertura de lojas no País em 2018. A previsão atual é que o varejo ganhe apenas 5,2 mil novos estabelecimentos este ano, o que representa quase um quarto da estimativa anterior, de abertura de 20,7 mil novos estabelecimentos comerciais em 2018.