14 DE SETEMBRO | O ESTADO DE S.PAULO
Harvard leva trabalhadores para a classe média com alta remuneração
Na universidade, os trabalhadores de serviços na folha de pagamento de um contratado externo ganham o mesmo pagamento e benefícios que receberiam como funcionários diretos da universidade - incluindo seguro de saúde e benefícios de pensão, férias pagas e assistência de creche.
14 DE SETEMBRO | O ESTADO DE S.PAULO
Projeto prevê benefícios para empresas que adotarem o teletrabalho em SP
Um projeto que prevê benefícios fiscais para empresas que incentivem seus funcionários a desempenhar suas atividades de maneira remota será apresentado nesta sexta-feira, 14, na Câmara Municipal de São Paulo. As reduções fiscais podem chegar a até 1% do Imposto Sobre Serviços (ISS), de acordo com a proporção de funcionários que adotarem o trabalho à distância. O autor do projeto, o vereador José Police Neto (PSD), defende que a medida melhoraria a qualidade de vida de cidadãos e empresas, ao reduzir custos e tempo com deslocamentos. Além disso, segundo ele, a ‘descentralização’ do emprego é positiva para a cidade e para o meio ambiente, já que reduziria congestionamentos e a poluição gerada pelos automóveis.
14 DE SETEMBRO | O GLOBO
Saiba como se preparar para conseguir um emprego temporário no Natal
O fim do ano está chegando, e já está na hora de se preparar para concorrer às vagas temporárias para o Natal. A consultoria de RH Luandre estima um aumento de 30% nessas oportunidades em relação ao mesmo período do ano passado. Os setores que mais devem contratar são indústria, logística e comércio. No momento, a Luandre recruta candidatos para 380 postos de trabalho na capital, mais 525 oportunidades abertas em todo o Estado do Rio. Consultora de Recursos Humanos, Sara Faro recomenda que, para se destacar no processo seletivo, o interessado elabore um bom currículo e pesquise antecipadamente sobre a empresa contratante. Na entrevista, o ideal é se vestir de maneira discreta, priorizando cores neutras, acessórios e maquiagem leves.
14 DE SETEMBRO | FOLHA DE S.PAULO
Nossa democracia não está morrendo
As democracias estão morrendo devagar. Líderes eleitos não se comprometem com os valores democráticos, como Donald Trump, o primeiro presidente dos EUA "com inclinações autoritárias" escolhido em cem anos, e pode ocorrer o mesmo no Brasil com eventual vitória do capitão da reserva Jair Bolsonaro, "candidato que tem palavras e comportamentos que não se adequam à democracia". São palavras de Steven Levitsky, em recente entrevista ao jornal O Globo. Ele e Daniel Ziblatt, ambos professores de Harvard, são autores do livro "How Democracies Die" ("Como as Democracias Morrem"). A hipótese corresponde efetivamente ao que se enxerga na moldura democrática internacional ou se trata de um fenômeno cíclico, cuja emergência ocorre ao longo da história das nações? A eleição de figuras polêmicas, de índole conservadora e com propensão autoritária, não faz parte do jogo democrático? No caso brasileiro, vale lembrar que nossa incipiente democracia, ao longo da história, entremeou ciclos autoritários e democráticos.
14 DE SETEMBRO | O GLOBO
Trabalhadores com diploma conseguem emprego, mas em vagas sem qualificação
Mesmo durante a recessão, entre 2014 e 2017, mais 2,2 milhões de pessoas que têm ensino superior completo ingressaram no mercado de trabalho. No entanto, a maior parte delas, 1,3 milhão, só conseguiu uma vaga em funções que, no máximo, exigiam conhecimento técnico ou de nível médio. A renda média desse grupo também foi a que mais encolheu no período: quase 10%. Para especialistas, os números, que fazem parte de um levantamento do Dieese, mostram dois aspectos cruéis da crise. Primeiro, profissionais sem alternativa de emprego acabam empreendendo ou aceitando trabalhos que não exigem maior especialização. Segundo, na outra ponta, a parcela mais vulnerável, de trabalhadores com menor qualificação, é expulsa do mercado.
14 DE SETEMBRO | O ESTADO DE S.PAULO
Setor de serviços cai 2,2% em julho, mostra IBGE
O volume de serviços prestados teve queda de 2,2% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 14. Em comparação a julho de 2017, o setor de serviços caiu 0,3%, quinta taxa negativa do ano nesse tipo de confronto. O acumulado do ano ficou em queda de 0,8% e o nos 12 meses, o setor caiu 1,0%. O resultado ficou perto do piso das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que previam desde uma queda de 2,50% a um avanço de 0,40%, com mediana negativa de 0,95%.
14 DE SETEMBRO | FOLHA DE S.PAULO
Saldo de empregos do varejo paulista em julho tem pior resultado desde 2015
O saldo de empregos do mês de julho do varejo paulista é o pior desde 2015, de acordo com a FecomercioSP. Foram 175 demissões a mais que o número total de contratações. No mesmo período de 2017, a diferença entre os dois índices foi positiva -6.205 admissões. A incerteza do cenário eleitoral e a paralisação dos caminhoneiros contribuíram para o desempenho excepcionalmente ruim do primeiro semestre, afirma Jaime Vasconcellos, assessor econômico da entidade.
14 DE SETEMBRO | O ESTADO DE S.PAULO
Desempenho de 11 Estados cai em 2018
A deterioração da qualidade da segurança pública, da infraestrutura e da gestão fiscal derrubou a competitividade de 11 Estados brasileiros. A 7.ª edição do Ranking de Competitividade dos Estados, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP) em parceria com a Tendências Consultoria Integrada e Economist Intelligence Unit, mostra que o baixo desempenho da economia tem dificultado a recuperação dos Estados, muitos deles em situação crítica. O ranking é resultado da análise de dez pilares: sustentabilidade ambiental, capital humano, educação, eficiência da máquina pública, infraestrutura, inovação, potencial de mercado, solidez fiscal, segurança pública e sustentabilidade social.
14 DE SETEMBRO | O ESTADO DE S.PAULO
Educação e desenvolvimento
Em seu mais recente levantamento sobre educação, abrangendo 46 países, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) apontou um dos principais gargalos para a modernização da economia brasileira. Trata-se do baixo número de graduados em ciências, engenharia e matemática, comparativamente aos números dos demais países avaliados. Segundo a OCDE, somente 17% dos brasileiros diplomados no ensino superior formaram-se nessas áreas. Apenas Argentina e Costa Rica ficaram em situação pior do que o Brasil, com um índice de 14%. Nos países desenvolvidos, a média é de 24%. Os dados coletados são de 2015. No ano anterior, o Brasil tinha 600 mil engenheiros, o equivalente a 6 profissionais para cada mil trabalhadores. Nos Estados Unidos e no Japão, a proporção era de 25 engenheiros por mil trabalhadores, segundo a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.
14 DE SETEMBRO | O GLOBO
Empresa terá que pagar indenização por duvidar de gravidez de funcionária
Uma analista de recursos humanos receberá R$ 12 mil por ter sido obrigada a apresentar dois exames para comprovar a sua gravidez. A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho considerou proporcional e razoável o valor da condenação a ser pago por uma empresa de Brasília (DF), que, suspeitando da veracidade do atestado apresentado pela empregada, exigiu um segundo exame comprovatório e, horas depois, a dispensou. Na reclamação trabalhista, a empregada afirmou que, ao receber o comunicado de aviso-prévio, apresentou o primeiro exame ao setor de Recursos Humanos. A empresa, no entanto, solicitou a realização de novo exame para comprovar a veracidade do primeiro.