13 DE JULHO | VALOR ECONÔMICO
Ministro do Trabalho suspende registros
O novo ministro do Trabalho (MTE), Caio Vieira de Mello, suspendeu novos registros sindicais por 90 dias em sua primeira medida à frente da Pasta. Uma portaria publicada ontem no "Diário Oficial da União" (DOU) interrompeu "todos os procedimentos de análise, bem como as publicações relativas a processo de registro sindical" nos próximos três meses.
13 DE JULHO | O GLOBO
Sindicatos à espera de registro: 2 mil pedidos no Ministério do Trabalho
Mesmo com o fim da contribuição sindical compulsória - uma das principais mudanças trazidas pela reforma trabalhista, em vigor desde novembro de 2017 -, números obtidos no Ministério do Trabalho revelam que o interesse pela criação de sindicatos se mantém. Há um estoque de cerca de dois mil pedidos de registros sindicais, sendo 1.500 prontos para serem concedidos e algo entre 400 e 500 em fase de análise. Estão nessa conta processos encaminhados em 2016, 2017 e 2018. O motivo é o filão que ainda resta, a unicidade sindical. Por esse princípio, assegurado na Constituição Federal, só é permitido um sindicato por categoria em uma mesma base territorial (município), o que garante uma reserva de mercado, que é o monopólio da base de representação.
13 DE JULHO | O GLOBO
UGT promove feirão de emprego para aumentar sindicalizados
Na tentativa de ampliar as receitas sindicais, que caíram fortemente depois do fim do imposto sindical, determinado pela nova legislação trabalhista que entrou em vigor em novembro, a União Geral dos Trabalhadores (UGT) passará a fazer o processo seletivo de contratação de empregados para as empresas do comércio e, em troca, tentará sindicalizar todos os novos funcionários selecionados. De acordo com Ricardo Patah, presidente da UGT, a novidade será implementada primeiramente no sindicato dos comerciários, categoria com a qual a UGT já fez parcerias com as empresas, num processo que deve selecionar 2 mil novos empregados a partir da próxima segunda-feira.
13 DE JULHO | O ESTADO DE S.PAULO
Setor de serviços cai 3,8% com paralisação dos caminhoneiros
Durante a greve de caminhoneiros, que paralisou o abastecimento de alimentos e combustíveis em maio, o volume de serviços prestados na economia caiu 3,8% em relação a abril, quando o setor registrou o primeiro resultado positivo do ano. O resultado de maio foi o pior desempenho já registrado na série histórica da Pesquisa Mensal de Serviços, iniciada em 2011, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, 13.