07 DE MARÇO | VALOR ECONÔMICO
Reforma do PIS/Cofins deve ser enviada em breve ao Congresso, diz secretário
O secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, disse ontem que o governo deve encaminhar em breve a proposta de reforma do PIS/Cofins ao Congresso Nacional com objetivo de unificar os dois tributos. Segundo ele, os trabalhos da Receita acerca do tema já estão concluídos. Rachid disse que o projeto vai continuar atendendo setores econômicos que usam a chamada regra da cumulatividade, principalmente o de serviços. "Os atuais setores que estão na cumulatividade permanecerão", disse.
07 DE MARÇO | VALOR ECONÔMICO
Embate atrasa tramitação de MP que ajusta reforma trabalhista
Editada em novembro, a Medida Provisória (MP) 808, que ajusta pontos da reforma trabalhista aprovada no ano passado, continua a caminhar lentamente no Congresso Nacional. Instalada hoje, a comissão que analisará a proposta designou o senador Gladson Cameli (PP-AC) como presidente, mas ainda não definiu o relator, a quem caberá agregar alterações ao texto. Nos bastidores, o impasse é visto como um embate do governo com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE). Ele é contra a indicação de Rogério Marinho (PSDB-RN), que já foi o relator da reforma. O escolhido, por acordo de lideranças, necessariamente será um deputado. A comissão reúne-se novamente na terça-feira.
07 DE MARÇO | O ESTADO DE S.PAULO
Metade dos jovens brasileiros têm futuro ameaçado, alerta Banco Mundial
Um em cada dois jovens brasileiros com idade entre 19 e 25 anos corre sério risco de ficar fora do circuito dos bons empregos no País e, com isso, está mais vulnerável à pobreza. É o que aponta o relatório “Competências e Empregos: Uma Agenda para a Juventude”, divulgado pelo Banco Mundial. O documento diz que 52% da população jovem brasileira, quase 25 milhões de pessoas, estão desengajados da produtividade. Nessa conta, estão os 11 milhões dos chamados “nem-nem”, aqueles que nem trabalham, nem estudam. A eles, foram somados aqueles que estão estudando, mas com atraso em sua formação. E os que trabalham, mas estão na informalidade.
07 DE MARÇO | O GLOBO
Metade dos jovens corre risco de não se inserir no mercado de trabalho
Estudo do Banco Mundial (Bird) divulgado nesta quarta-feira mostra um cenário de desalento para a juventude. Com um sistema educacional falho e pouco conectado com as necessidades do setor privado, 52% dos jovens entre 15 e 29 anos perde interesse pelos estudos e corre risco de não conseguir se inserir no mercado de trabalho. São pessoas que se encontram em três situações: desistiram da escola, conciliam os estudos com trabalho informal ou estão defasados na relação idade/série.
07 DE MARÇO | O ESTADO DE S. PAULO
Política do salário mínimo pode ter efeitos negativos no mercado de trabalho, alerta Banco Mundial
A manutenção da atual política de valorização do salário mínimo, que vai até 2019, pode ter efeitos negativos sobre o mercado de trabalho, disse o diretor do Banco Mundial para o Brasil, Martin Raiser, ao comentar constatações do relatório “Competências e Empregos: Uma Agenda para a Juventude”, divulgado pelo Banco Mundial. Ele disse que essa política foi importante para a redução da pobreza quando entrou em vigor, em 2003, pois àquela época o mínimo vinha de um forte período de contração. Ao longo dos anos, porém, o piso cresceu de forma desconectada com o aumento da produtividade do trabalho (o reajuste é determinado pela inflação e pelo crescimento do PIB) e por isso ele pode tornar-se um problema.
07 DE MARÇO | FOLHA DE S. PAULO
População com idade para trabalhar vai parar de crescer em 2020
O Brasil vive os últimos anos de uma vantagem populacional que se esgotará, segundo projeção do Banco Mundial, em aproximadamente três anos, em 2020. No futuro, não muito distante, a população em idade ativa (entre 15 e 64 anos) parará de crescer e, a partir daí, o número de idosos e crianças passará a subir.
07 DE MARÇO | O ESTADO DE S. PAULO
Os benefícios de uma mão de obra mais idosa
Mais da metade dos americanos da geração de 1950 pretende continuar trabalhando mesmo depois dos 65 anos e não se aposentar, diz estudo feito pelo Transamerica Center for Retirement Studies. Muitos se preocupam pois irão viver mais do que suas economias permitem, com a queda do valor da sua aposentadoria e de que poderão necessitar um dia cuidados médicos por um longo tempo. A projeção do Departamento de Estatísticas do Trabalho é de que nos grupos de faixas etárias entre 75 e 74 anos e de mais de 75 anos verificou-se um aumento anual de empregados mais rápido do que o observado em outros grupos. Entre 2014 e 2024 a proporção foi de 4,5% por ano no caso de indivíduos em idade entre 65 e 74, e de 6,4% ao ano no caso daqueles com mais de 75 anos.