OPINIÃO | JORNAL EMPRESAS & NEGÓCIOS
A tragédia do desemprego - Por Vander Morales
O horizonte cinzento não permite vislumbrar ainda um bom futuro para o País. No conjunto de propostas apresentadas até o momento, os candidatos à Presidência da República discorrem desde o sexo dos anjos à privatização de empresas estatais ou ao armamento da população para enfrentar a criminalidade. Estranho, mas nenhum deles mostrou qualquer preocupação com o desemprego, um dos maiores flagelos atualmente no Brasil, deixando sem esperança mais de treze milhões de trabalhadores e suas famílias.
04 DE SETEMBRO | VALOR ECONÔMICO
Reforma trabalhista tem erros que precisam ser corrigidos, diz Marina
A reforma trabalhista aprovada no governo de Michel Temer (MDB) não precisa ser revogada, mas é necessário corrigir erros que ela permitiu, opinou hoje Marina Silva (Rede), candidata à Presidência. Para ela, um dos maiores problemas da nova legislação é o aumento da informalidade.Para ela, não é aceitável que, sob o discurso de modernizar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), se abra espaço para exageros, como trabalho insalubre.
04 DE SETEMBRO | O GLOBO
Justiça suspende decisão que adiava reoneração da folha de pagamentos para 2019
O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), com sede em São Paulo, voltou a atrás e decidiu manter o início da reoneração da folha de pagamento de empresas do setor de saúde para setembro. A lei que prevê o fim das desonerações aumenta, a partir deste mês, impostos pagos por 28 dos 56 setores hoje beneficiados. Porém, uma decisão do TRF-3 havia considerado que subir os tributos no meio do ano fere a segurança jurídica e, por isso, a legislação só poderia começar a valer em 2019.
04 DE SETEMBRO | O ESTADO DE S.PAULO
Crise econômica atinge 36% dos setores industriais
Levantamento do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) mostra que mais de um terço dos setores industriais encerrou os seis primeiros meses do ano com desempenho negativo. Entre o segundo semestre de 2017 e o primeiro semestre de 2018, a parcela de atividades consideradas em crise moderada e intensa cresceu de 26% para 36% nos 93 ramos investigados. Os piores desempenhos foram os dos fabricantes de joias e bijuterias, reservatórios metálicos e caldeiras, artigos de malharia, brinquedos e artefatos para pesca e esporte. Dados do IBGE mostram que a indústria avançou 4,9% no quarto trimestre de 2017, ante o mesmo período de 2016.