02 DE AGOSTO | VALOR ECONÔMICO
Custeio sindical e novas regras dão o tom de negociação trabalhista após reforma
As negociações entre trabalhadores e patrões em 2018 estão sendo marcadas por embates em torno das mudanças trazidas pela reforma trabalhista. Os temas mais frequentes, do universo de novas possibilidades estabelecidas pela mudança da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), são a redução do intervalo intrajornada, o local de homologação da rescisão e cláusulas relacionadas ao custeio sindical, após o fim da contribuição obrigatória. O levantamento foi feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) com base nos instrumentos de negociação inseridos no Sistema Mediador do Ministério do Trabalho, no primeiro bimestre deste ano. No estudo, foram analisados 113 instrumentos coletivos com cláusulas relacionadas à reforma da CLT.
02 DE AGOSTO | O ESTADO DE S.PAULO
Reformas, uma questão de métodos
A necessidade de renovar, contudo, não legitima reformas. Há boas e más reformas, assim como há as que são viáveis e as que não são. Reforma exsurge do reconhecimento de problemas relevantes e da identificação de possíveis soluções. Sem um bom diagnóstico, não há problema nem reforma. Muitas vezes somos tomados por falsos problemas, como, por exemplo, julgar que eles existem, apenas porque o que temos é diferente do que há em países mais desenvolvidos. Essa não é uma razão suficiente. Diferenças não são imperfeições.
02 DE AGOSTO | O GLOBO
Entidades empresariais consideram manutenção da Selic acertada
Entidades empresariais consideraram acertada a decisão do Banco Central de manter a taxa básica de juros (Selic) pela terceira reunião consecutiva em 6,50% ao ano. Para a Confederação Nacional das Indústrias (CNI) e a Federação das Indústrias do Rio (Firjan), embora a inflação esteja dentro da meta de 4,5% ao ano e a economia esteja precisando de mais estímulo para crescer, as incertezas em relação ao cenário eleitoral pesaram na decisão do BC.