Reforma trabalhista será enviada no fim do recesso - Valor Econômico
O presidente Michel Temer vai enviar a proposta de reforma trabalhista ao Congresso na reabertura do Legislativo, na próxima semana, informou o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha. O governo federal também vai apresentar uma proposta de reforma tributária, mais adiante, sem uma data definida. O Palácio do Planalto aposta que a melhoria do ambiente econômico vai ajudar na aprovação das reformas, o que, por seu turno, vai melhorar as condições da economia. "Queremos votar tudo no primeiro semestre", disse Padilha, referindo-se às reformas previdenciária - que já está tramitando no Congresso - e trabalhista.
Martelo batido - O Estado de S.Paulo
Na reforma trabalhista, o governo já demonstra flexibilidade para aprovar o tema e não dará regime de urgência constitucional para acelerar a discussão da proposta. O presidente Temer telefonou ontem para o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, para consultá-lo sobre a ideia. Atendendo ao pedido das centrais sindicais pela continuidade do diálogo, Nogueira ponderou a Temer que o melhor seria não dar a urgência.
Governo bloqueia 8.400 concessões de seguro-desemprego suspeitos de fraudes - Folha de S.Paulo
Um exame nos pedidos de seguro-desemprego feito pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) bloqueou o pagamento de 8.400 concessões vigentes, que totalizam R$ 51 milhões, segundo o ministro Ronaldo Nogueira. O governo comprou, em 2016, um sistema de R$ 72 milhões que faz um pente-fino nas concessões do benefício e quer poupar R$ 1,35 bilhão por ano. Até o momento, há R$ 142 milhões em exame. Alguns casos de fraudes chamaram a atenção do ministro, como o de uma microempresa que demitiu 280 funcionários de uma vez.
Robotização e desemprego - O Estado de S.Paulo
O ex-presidente do TST Almir Pazzianotto Pinto, em artigo na página A2, afirma que a recessão em que mergulhou a economia parece haver despertado a atenção para o problema do desemprego. Ele cita que a constante evolução dos equipamentos mecânicos no Brasil, para atender ao rápido crescimento da demanda, exigia, em quantidade sempre maior, a energia do trabalho humano, mantendo os níveis de emprego sempre em alta. Contudo, diante do inusitado cenário atual, como está não podemos permanecer. “O desempregado não dispõe de recursos para esperar. O caminho para o revigoramento do mercado de trabalho passa pela reforma trabalhista. Não qualquer reforma, mas aquela que garanta segurança ao investidor”, conclui o advogado.
Rombo da Previdência Social cresce 74,5% em 2016 e atinge R$ 149,7 bi - Valor Econômico
O déficit do regime geral de Previdência disparou em 2016, fechando o ano em R$ 149,7 bilhões, alta de 74,5% na comparação com o rombo de R$ 85,8 bilhões registrado em 2015. Em valores corrigidos pela inflação, esse déficit foi de R$ 151,9 bilhões em 2016, o maior da série iniciada em 1995.
Aliados esperam que reforma seja ajustada - O Estado de S.Paulo
Os principais líderes da base de apoio do governo no Congresso já começam a informar ao presidente Michel Temer que a proposta de reforma previdenciária precisará ser calibrada para passar. Parlamentares aliados têm consultado suas bancadas e ouvido que há muita resistência em aprovar o projeto sem que seja alterada, pelo menos, a questão da idade mínima ou a regra de transição para adoção do novo sistema. O governo espera apenas a definição da eleição para as presidências da Câmara e do Senado para tentar reverter a opinião dos aliados.
Confiança do comércio reage em janeiro, diz FGV - Valor Econômico
A confiança dos empresários do comércio teve pequena alta em janeiro, de acordo com sondagem mensal realizada pela FGV. O Índice de Confiança, síntese da pesquisa, subiu 0,6 ponto e chegou a 78,9 pontos neste mês, o maior nível desde outubro. Na comparação com janeiro de 2016 houve alta de 9,5 pontos. A perspectiva de juros menos elevados deve manter a confiança dos varejistas em alta no ano, diz o superintendente de Estatísticas Públicas do Ibre/FGV, Aloisio Campelo.
PIB volta ao campo positivo no 1º tri, projeta Ibre - Valor Econômico
O balanço de riscos para a economia brasileira está um pouco mais favorável neste início de ano, na avaliação do Ibre/FGV. Com impulso dado principalmente pelo setor agropecuário, o PIB deve sair do campo negativo no primeiro trimestre, segundo as estimativas do instituto, ainda que com alta bastante fraca, de 0,1%.
Startups ajudam instituições a disseminar serviços - Valor Econômico
Com recursos próprios ou de terceiros, fazendo parte de programas de aceleração ou não, com parceiros na largada ou sozinhas, as startups contribuíram muito para a formação de um ecossistema robusto para levar serviços digitais de pagamento e contas bancárias a dispositivos móveis e pela web. Muito desse apoio veio do próprio setor financeiro, que procurou incentivar esse mercado por meio de programas específicos.
Sem simplificação tributária, economia não crescerá com vigor - Artigo de Pedro Luis Passos - Folha de S.Paulo
A intenção do governo de apoiar o movimento no Congresso para desatolar a reforma tributária, conforme anunciado pelo presidente Michel Temer, traz alento cauteloso à economia. Nas últimas décadas, promessas de desembaraçar o nó tributário fracassaram por não conciliar os interesses envolvidos na partilha da arrecadação entre os entes federativos e do ônus tributário entre os contribuintes. A evolução da agenda tributária será decisiva para a retomada do PIB, pois ajudará a impulsionar o investimento, tanto de empresas já consolidadas como de empreendedores que aguardam um horizonte para levar adiante seus projetos.
Restrição ao rotativo pode gerar economia de 12% para endividados - O GLOBO
A restrição ao uso do crédito rotativo para financiar dívidas do cartão, anunciada nesta quinta-feira pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), pode representar uma economia de quase 12% para endividados. A comparação considera a diferença entre os juros pagos ao rolar um débito por três meses e em um financiamento no crédito parcelado, modalidade que deve ser adotada por quem atrasar a fatura por mais de um mês. Hoje, consumidores podem ficar presos ao rotativo indefinidadamente. Com a resolução do CMN, que vale a partir de 3 de abril, esse tipo de financiamento só poderá ser usado por 30 dias.
BC: Juro do cheque especial cai pela 1ª vez desde 2013, mas ainda é de 328,6% - O Globo
Pela primeira vez desde maio de 2013, a taxa de juros do cheque especial caiu. De acordo com dados do Banco Central, o custo para as famílias que estão endividadas nessa modalidade de crédito caiu de 330,6% ao ano para 328,6% ao ano no mês passado. Da última vez que houve uma queda da taxa de juros, o custo passou de 136,98% ao ano para 136,47% ao ano.