Com novas regras do seguro-desemprego, mais de um milhão ficam sem o benefício - O Estado de S. Paulo
As normas mais rigorosas do seguro-desemprego geraram uma economia de R$ 3,8 bilhões no ano passado, informou nesta segunda-feira, 23, o Ministério do Trabalho. Segundo o órgão, em 2015 e 2016, 14,6 milhões de pessoas solicitaram o seguro-desemprego. Se estivessem em vigor as regras anteriores, o número seria de 15,7 milhões, segundo estimativas da Pasta. Ou seja, com a mudança nas exigências mais de um milhão de trabalhadores (1.135.444) ficaram sem o benefício.
Número de famílias endividadas cai 3,9% em 2016 ante 2015, mas inadimplência cresce - O Estado de S. Paulo
O número de famílias brasileiras com dívidas caiu 3,9% em 2016 ante 2015, informou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que divulgou a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). Na média do ano passado, a Peic identificou 9,2 milhões de famílias endividadas, contra 8,9 milhões em 2015. Com isso, 58,7% do total de famílias entrevistadas disseram ter dívidas ano passado. Em 2015, 61,1% diziam estar nessas condições.
Crise corrói renda e leva mais pessoas a trabalhar por conta própria após os 50 - O Estado de S. Paulo
Depois de trabalhar em diversas empresas e até para secretarias públicas em Belém (PA), o economista Celso Guimarães, de 65 anos, se viu desocupado pela primeira vez em quase 40 anos. Para preencher o tempo e complementar a renda da aposentadoria, que recebe há sete anos, ele montou um escritório em casa e abriu uma franquia da corretora de seguros Seguralta. “Queria uma atividade na minha residência e na qual eu fosse usado mais intelectualmente do que fisicamente”, conta.
Inflação esperada pelo consumidor é a menor desde janeiro de 2015, diz FGV - O Estado de S. Paulo
A mediana da inflação esperada pelos consumidores para os próximos 12 meses ficou em 7,9% em janeiro, ante 9,1% em dezembro, segundo o Indicador de Expectativas de Inflação dos Consumidores, divulgado há pouco pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O resultado ficou no menor patamar desde janeiro de 2015, quando estava em 7,2%. A queda de 1,2 ponto porcentual ainda foi a mais acentuada da série histórica, iniciada em setembro de 2005, ressaltou a FGV.
Mercado reduz projeção de juros após prévia do IPCA ficar abaixo do previsto - Folha de S.Paulo
Em meio à queda generalizada das projeções de inflação para este ano, os economistas consultados pela pesquisa Focus do Banco Central passaram a ver a taxa básica de juros ainda menor, mas sem melhorar suas visões sobre a atividade econômica.
Comércio de SP registra estoque alto - Valor Econômico
Os empresários não conseguiram reduzir seus excessos de produtos com as vendas de fim de ano, segundo indicador publicado ontem pela FecomercioSP, apesar das liquidações de janeiro. O indicador de adequação dos estoques caiu para 90,8 pontos em janeiro ante 106,1 em dezembro, divulgou a entidade. Um ano antes, o índice estava também em 90,8 pontos. O índice capta a percepção dos comerciantes sobre o volume de mercadorias paradas nas lojas. Na base anual, a taxa caiu 7,1 pontos percentuais.
Reajustes salariais devem voltar a ganhar da inflação neste ano - Folha de S.Paulo
Depois de dois anos no negativo, os reajustes salariais deverão voltar a levar vantagem sobre a inflação em 2017, preveem economistas ouvidos. Isso poderá ajudar a reativar o consumo das famílias na segunda metade do ano. A desaceleração da inflação e a recuperação da atividade econômica, prevista para meados de 2017, devem turbinar o movimento que começou no segundo semestre de 2016.
FMI aponta demora na retomada do Brasil e não descarta recessão em 2017 - Valor Econômico
Os indicadores de atividade econômica do Brasil apontam para uma demora na recuperação do país, e um cenário de recessão, em 2017, não foi descartado pelo FMI. A instituição verificou que o PIB continuou a se contrair no terceiro trimestre de 2016 e espera que o crescimento real seja mínimo, de 0,2%, ao fim de 2017. A projeção anterior, realizada em outubro, era de 0,5%.