31/12/2017 | Desafios do emprego (editorial) - Folha de S. Paulo
Neste fim de 2017, há quase tantos brasileiros ocupados quanto no fim de 2013, alguns meses antes do início da grande recessão. Aos poucos, o país se recupera. Ainda assim, a julgar pelo ritmo de expansão do mercado de trabalho de pouco antes da crise, o Brasil deve ter hoje um deficit de pelo menos 5,5 milhões de vagas.
02/01/2018 | Analistas preveem volta da geração de empregos formais - Valor Econômico
Após a reação mais rápida do que a imaginada no ano passado, o mercado de trabalho seguirá em recuperação em 2018, na esteira da retomada da atividade econômica do país. Uma novidade será a volta da geração do empregos formais, com carteira de trabalho assinada, segundo economistas. Somente um cenário eleitoral muito conturbado poderá ser capaz de interromper a tendência do emprego. Na média, as projeções de 17 economistas de bancos e consultorias ouvidos pelo Valor Data apontam para uma taxa de desemprego de 11,2% no fim deste ano. Se confirmada, essa taxa permanecerá em patamar considerado elevado, de dois dígitos, mas abaixo do fim do ano passado, estimada em 12%. No pior momento da crise de emprego do país, a taxa chegou a 13,7% no primeiro trimestre de 2017.
30/12/2017 | Temer reajusta salário mínimo para R$ 954 em 2018 - Folha de S. Paulo
O presidente Michel Temer assinou decreto nesta sexta-feira (29) que reajusta de R$ 937 para R$ 954 o salário mínimo. O novo valor entrará em vigor a partir de segunda-feira (1) e será publicado em edição extra do "Diário Oficial da União". Por lei, o reajuste do salário mínimo tem que ser feito com base na inflação apurada no ano anterior e na variação do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes. Segundo o decreto, o valor diário do salário mínimo corresponderá a R$ 31,80 e o valor horário passará a ser R$ 4,34. A atual regra de correção do mínimo aprovada no Congresso Nacional é válida até 2019. Em 2015, o PIB encolheu 3,8% e, portanto, esse indicador não foi considerado na conta.
30/12/2017 | Vaga com carteira assinada cai ao menor nível em 5 anos - Folha de S. Paulo
O número de empregados com carteira assinada atingiu, em novembro, o menor nível dos últimos cinco anos, mostrou a Pnad Contínua, pesquisa nacional do IBGE, divulgada na sexta (29). Mantem a tendência dos últimos meses, o desemprego segue em queda devido ao aumento da geração de vagas informais, sem a proteção e os benefícios da lei trabalhista.