28/01/2018 | 'Votação da Previdência ganha mais força' - O Estado de S.Paulo
A condenação do ex-presidente Lula em segunda instância favorece a votação da reforma da Previdência ainda em fevereiro, segundo o economista José Roberto Mendonça de Barros, sócio da consultoria MB Associados e secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda no primeiro governo Fernando Henrique Cardoso. “Se a gente admitir que o populismo perdeu força, dá para pensar que a reforma terá mais fôlego para ser votada em fevereiro”, disse.
28/01/2018 | Freelancers: Modelo de trabalho autônomo deve crescer em 2018 - O Globo
As frequentes demissões no ano passado levaram muitos profissionais e fazer bicos para garantir alguma renda. Paralelamente a isto, a tendência mundial de trabalho por demanda, com hora e local flexíveis, tem ganhado espaço no Brasil - para quê começar às 8 horas se posso trabalhar de madrugada e entregar os mesmos resultados? Uma pesquisa realizada entre setembro e outubro do ano passado por três empresas deste setor - Rock Content, 99jobs e We Do Logos -, com 9.500 profissionais de diversas áreas mostra que este tipo de serviço deve aumentar em média 20% ao longo de 2018. Ainda de acordo com o levantamento, 77,3% dos brasileiros já atuam como freelancers no país, oferecendo serviços que vão de consultorias especializadas a assistência técnica. Desses, 37,1% vivem exclusivamente como autônomos.
27/01/2018 | Rio perde 92 mil vagas de emprego, mas analistas não descartam leve recuperação - O Globo
O Estado do Rio perdeu 92 mil vagas de emprego com carteira assinada em 2017, o pior resultado no país, que teve o terceiro ano consecutivo de perda de postos de trabalho formais, com 20 mil vagas a menos. Especialistas apontam a crise do governo estadual e o impacto dos problemas da Petrobras e do governo estadual como as principais causas para o resultado ruim do Rio, classificado de calamitoso pelo Ministério do Trabalho. A boa notícia é que o cenário de inflação e juros mais baixos, associado a uma constante melhora financeira da estatal petrolífera, deve fazer com que o mercado reaja este ano.
27/01/2018 | Mais trabalho no futuro, mas não no formato tradicional - O Estado de S.Paulo
Um assunto cada vez mais frequente em nossas organizações, e também na sociedade, é o da diversidade genética. E, para isso, também se prevê um profissional especializado. Esse profissional vai trabalhar em estreita colaboração com chefes de países e unidades de negócios, bem como com os cientistas voltados à genética, internos e externos, para assegurar a inclusão genética dentro das organizações.
27/01/2018 | Mulheres ganham espaço no campo e ocupam 30% dos cargos de comando - O Estado de S.Paulo
Os anos recentes não foram só de ganho de produtividade e aumento do uso da tecnologia no campo. Ele também ficou mais feminino. Uma em cada três propriedades rurais do País tem mulheres ocupando funções de comando - há cinco anos, eram 10%. Quando não são as principais responsáveis pelas propriedades, elas atuam como administradoras, dividem as atividades com um familiar ou estão sendo preparadas para assumir essas funções.
28/01/2018 | Desenvolver a criatividade para garantir o emprego - O Estado de S.Paulo
A automação de serviços em algumas áreas do mercado de trabalho será um dos fatores que causarão o corte de vagas e a mudança das capacidades de algumas profissões. Esta nova revolução industrial foi, inclusive, um dos temas do Fórum Econômico Mundial de 2018, realizado em Davos, na Suíça. Para profissionais de recursos humanos e acadêmicos, uma das formas para que trabalhadores tenham mais chances de permanecer empregados é se tornarem mais criativos e inovadores em suas funções nas empresas.
29/01/2018 | Procura-se trabalho - O Estado de S.Paulo
Precisamos falar de trabalho. Trabalho para quem foi expulso dos seus postos pela recessão, trabalho para os jovens que tentam conquistar sua primeira oportunidade, trabalho para os mais velhos, que serão chamados a esticar sua permanência no mercado, pela reforma da Previdência. E, o que é mais complicado, trabalho nesse novo mundo, em que desaparecem com velocidade espantosa os empregos como nós conhecemos. As relações trabalhistas estão cada vez mais flexíveis, a uberização dos serviços é crescente, o empreendedorismo veio para ficar. E a chamada quarta revolução industrial bate às portas das grandes economias, abalando a atual estrutura produtiva e exigindo transformações radicais.
29/01/2018 | Ajudar o emprego (editorial) - Folha de S. Paulo
A recessão terminou também no mercado de trabalho formal. No ano passado, conforme dados recém-divulgados, o número de empregos com registro em carteira na prática deixou de diminuir. Pudéssemos desconsiderar os desempenhos negativos aberrantes da construção civil e do Rio de Janeiro, é provável que a recuperação em curso não fosse tão tímida. De dezembro de 2016 a dezembro de 2017, registrou-se a perda de cerca de 21 mil empregos celetistas no país. Diante de um estoque de mais de 38 milhões de vagas, trata-se de queda de 0,05%, ou estagnação em termos estatísticos. Em comparação, houve piora acumulada de quase 7% ao longo dos anos recessivos de 2015 e 2016, quando evaporaram-se quase 2,9 milhões de postos formais.
29/01/2018 | Desoneração da folha de pagamento não tem efeito, diz Ipea - Folha de S. Paulo
A desoneração da folha de pagamentos, medida que foi implementada a partir de 2011 cujo propósito era influenciar o volume de empregos, é ineficiente, aponta estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). A política é a substituição dos 20% de contribuição patronal à Previdência incidentes sobre salários e outros valores por uma alíquota entre 1% e 2% do faturamento. A medida foi pensada inicialmente para fortalecer o setor exportador. "Há ausência de efeito. A lei não gerou vagas", diz Felipe Garcia, um dos economistas que assinam a pesquisa, que usou informações do Ministério do Trabalho.
28/01/2018 | Reforma tributária precisa avançar, dizem empresários - O Estado de S.Paulo
Diretora executiva da seção americana do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos, Cassia Carvalho disse que os cem associados da entidade têm manifestado preocupação com a perda de competitividade do Brasil e sinalizado a intenção de priorizar investimentos no território americano, especialmente depois do corte do Imposto de Renda corporativo de 35% para 21%, aprovado em dezembro. “É por isso que a reforma e a simplificação tributária no Brasil são importantíssimas”, afirmou. “Essa agenda tem de avançar. Do contrário, ficaremos cada vez mais para trás.” O conselho reúne as multinacionais americanas que têm investimentos no Brasil.