23 DE ABRIL | O ESTADO DE S.PAULO
Contribuição sindical obrigatória: um embate econômico sem suporte jurídico
Possivelmente uma das maiores polêmicas que acompanham a tão noticiada reforma trabalhista, levada à existência pela Lei nº 13.467/2017, seja a revogação da contribuição sindical obrigatória. Ocorre que, por todo o Brasil, inúmeros são os empregados que não se sentem adequadamente representados pelos sindicatos de sua categoria profissional e, justamente por esta razão, não possuem a menor intenção de custeá-los. Porém, diversos sindicatos, ao perceberem que sua principal fonte de custeio sofrerá substancial diminuição, estão buscando saídas jurídicas para devolver à contribuição sindical o atributo da obrigatoriedade. Para os sindicatos que buscam o Judiciário para retornar a característica de obrigatória à contribuição sindical, apenas lei complementar poderia revogar tributo, ao que a Lei Ordinária nº 13.467/2017 teria extrapolado sua competência.
23 DE ABRIL | VALOR ECONÔMICO
MP 'caduca' eleva insegurança, diz Ottoni
Cinco meses após o fim do imposto sindical, com a entrada em vigor da nova legislação trabalhista, sindicatos de todo o País têm conseguido liminares na Justiça para manter a contribuição, que é uma de suas principais fontes de receita. Segundo levantamento online feito por advogados de associações de trabalhadores, já são 123 decisões a favor dos sindicatos, sendo 34 em segunda instância - a pesquisa não informa as decisões contrárias. O Judiciário não tem um levantamento oficial sobre o tema, mas já houve liminares derrubadas em segunda e terceira instâncias.
21 DE ABRIL | FOLHA DE S.PAULO
MP com ajustes à reforma trabalhista caduca e provoca insegurança jurídica
A MP alterava 17 artigos da reforma que entrou em vigor em novembro de 2017. Pelo texto que caduca nesta segunda, gestantes e lactantes, por exemplo, não poderiam trabalhar em local insalubre, como permite a reforma. Outra mudança era em relação ao trabalhador autônomo, que não poderia ter contrato de exclusividade com uma empresa.
21 DE ABRIL | O GLOBO
Mercado de trabalho gera 56.151 empregos formais em março
No mês passado, os empregos foram puxados pelo setor de serviços, que registrou saldo positivo de 57.384 contratações, seguido pela indústria com outras 10..450. A construção civil obteve resultado positivo de 7.728 e a administração pública gerou 3.660 postos de trabalho. Já a agropecuária fechou 17.827 vagas e o comércio mais 5.878.
23 DE ABRIL | VALOR ECONÔMICO
O que é mais valorizado nas ofertas de emprego
Na hora de decidir mudar de emprego, o que mais conta para profissionais em início de carreira é o bolso, enquanto coordenadores e gerentes dão peso também aos desafios do trabalho, e altos executivos privilegiam aspectos como o clima e a cultura da empresa. Em todos os níveis, o setor de atuação e o porte da empresa são pouco considerados. Os dados são de um levantamento da empresa de recrutamento Talenses, feito com mais de 2.500 profissionais. Para analistas, a combinação salário e bônus foi o elemento mais escolhido como importante na hora de decidir por um emprego, citado por 84% dos entrevistados. O fator foi seguido de perspectivas na carreira (80%), ambiente e clima organizacional (76%) e benefícios (75%).
22 DE ABRIL | O ESTADO DE S. PAULO
Trabalhar no exterior exige adaptação ao jeito local
Estudo realizado no final de 2017 pela recrutadora Talenses com mais de mil executivos brasileiros aponta que 93% deles têm interesse em deixar o Brasil. Ao mesmo tempo, dados do Ministério da Fazenda mostram que no período houve aumento de 165% no número de brasileiros que deixaram o País (21.717) na comparação com 2011 (8.170). CEO do escritório de advocacia Hayman-Woodward, especializado em emigração e imigração, Leonardo Freitas diz que a falta de perspectiva diante da crise econômica, política e de segurança é principal fator que leva à busca de destinos mais seguros do ponto de vista econômico e com melhores condições profissionais.
22 DE ABRIL | O ESTADO DE S. PAULO
Startups crescem com inteligência artificial
Há cinco meses, a gerente da empresa de automação financeira Iugu, Michele Pines, conta com a ajuda do sistema automático de recrutamento e seleção desenvolvido pela Gupy, para conduzir os processos seletivos na empresa. Unindo inteligência humana e artificial a Nama, de Rodrigo Scotti, chegou ao mercado para resolver comunicações complexas. “Criamos uma plataforma de chatbots (programa que simula um ser humano na comunicação com pessoas via chat, Messenger e MSN) que é capaz de automatizar em até 90% o processo de atendimento ao público, gerando economia de 70% a 90% nesse setor”, afirma.
22 DE ABRIL | O ESTADO DE S. PAULO
90% dos acordos superam a inflação
O recorde de baixa da inflação neste início de ano ajudou o trabalhador na hora de fechar os reajustes salariais. Quase 90% das negociações no primeiro trimestre tiveram ganhos acima da inflação. Não se via número tão grande de categorias com reposição integral das perdas provocadas pela inflação desde 2014. Isso é o que aponta um levantamento, feito pelo Projeto Salariômetro da Fipe, com base nos dados do Ministério do Trabalho. Apesar de o desemprego continuar elevado, com mais de 13 milhões de brasileiros sem trabalho, a situação de quem está empregado é mais favorável neste momento porque a inflação está baixa.
21 DE ABRIL | O ESTADO DE S. PAULO
Ter autoridade ou cargo de chefia não transforma ninguém em líder
Devemos refletir que liderança é um tema muito mais amplo e complexo do que simplesmente uma posição focada na eficiência produtiva, tendo de pressuposto a capacidade de líderes e liderados atingirem os resultados organizacionais. As novas gerações têm demandado (e adotado) Estilos de Liderança mais inspiradores e transformadores e menos autoritários.