05/02/2018 | Cinco mil empresas foram notificadas por descumprir cota do jovem-aprendiz no RJ - O Globo
Auditores fiscais do Ministério do Trabalho (MT) notificaram, no ano passado, perto de 5 mil empresas no Estado do Rio por descumprirem a cota da Lei de Aprendizagem, que prevê a destinação de 5% a 15% das vagas de emprego em estabelecimentos com mais de seis funcionários a jovens de 14 a 24 anos. As notificações saltaram 35% nos últimos dois anos. Só no ano passado, essas ações levaram 15,2 mil adolescentes a serem contratados como jovem-aprendiz em todo o estado.
05/02/2018 | Avanço informal (editorial) - Folha de S. Paulo
Fechado o balanço do mercado de trabalho em 2017, os resultados podem ser considerados favoráveis ao menos na comparação com as tragédias precedentes. A criação de 1,8 milhão de novas vagas, ainda que em grande parte associada a ocupações informais, e o aumento da renda marcam uma mudança de direção em relação aos piores momentos da recessão do período 2014-16.
05/02/2018 | Trabalho informal diminui nas classes A e B - Valor Econômico
A informalidade se comportou de maneira oposta nos dois extremos da pirâmide social durante a recessão. Enquanto ela cresceu para a classe E acima do avanço médio para a população total, ela caiu nas classes A e B, aponta levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) a pedido do Valor, a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE. A taxa de informalidade da economia chegou a 44,5% em setembro de 2017, avanço de 3,5 pontos percentuais em relação ao segundo trimestre de 2014 - considerado o início da recessão. Ocupações como motorista de aplicativos, ambulante de alimentos e doméstica ganharam espaço no mercado laboral.
05/02/2018 | Emprego 'sem carteira' cresce no Sudeste e chega a 38% do país - Valor Econômico
Motor da geração do emprego no país no ano passado, o trabalho informal - sem carteira assinada ou sem registro de pessoa jurídica - cresceu em ritmos díspares nas diferentes regiões. De acordo com estudo da FGV Projetos, obtido pelo Valor, enquanto avançou fortemente no Sudeste, acima da média nacional, a informalidade perdeu peso no estoque total de empregados no Norte, por exemplo. Segundo o levantamento, o Sudeste gerou um milhão de empregos informais entre o fim de 2016 e o terceiro trimestre do ano passado. Isso significa que dois em cada três empregos informais surgidos no país no período (1,46 milhão) estão na região. O número de trabalhadores sem carteira ou registro na região aumentou em 8% no Sudeste, para 14 milhões, representando 38% do total nacional.
04/02/2018 | Um milhão de vagas de gerente foram eliminadas na última década - Folha de S. Paulo
Com a meta de enxugar custos em tempos de crise e modernizar suas estruturas, as empresas brasileiras eliminaram mais de 1 milhão de vagas de gerência e supervisão ao longo dos últimos dez anos. Dados pesquisados pela Folha no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) mostram que esse processo se acelerou entre 2015 e 2017, período em que o país viveu a maior recessão desde os anos 1980.
04/02/2018 | Empregos devem passar por mudanças com indústria 4.0 - O Estado de S.Paulo
Um dos grandes temores globais em relação à quarta revolução industrial é com o futuro do emprego. Há estudos, como o da consultoria americana McKinsey, que projetam perdas de mais de 50 milhões de empregos nos próximos anos. É certo que haverá um impacto no mercado de trabalho, mas não acredito que vá resultar num contingente enorme de desempregados”, diz João Emílio Gonçalves, gerente executivo da CNI, para quem não há ainda dados suficientes para esse tipo de previsão.
03/02/2018 | Ações trabalhistas caem mais de 50% após reforma - O Estado de S.Paulo
De um total mensal que costumava passar com facilidade da casa de 200 mil, as ações recebidas em primeira instância por tribunais trabalhistas de todo o País caíram para 84,2 mil em dezembro, primeiro mês completo da nova legislação.
03/02/2018 | TST decide se novas regras trabalhistas valem para pedido antigo - O Estado de S.Paulo
Parte das dúvidas sobre como a reforma trabalhista será aplicada nos tribunais começa a ser dirimida neste mês. O plenário do Tribunal Superior do Trabalho (TST) se reúne no dia 6 para decidir se valida o parecer encaminhado pela comissão de jurisprudência da Corte um mês antes de a reforma entrar em vigor e que, entre outros pontos, considera que as novidades trazidas por ela valem apenas para novos contratos. O entendimento foi manifestado também antes de a Medida Provisória (MP) 808 estabelecer que as alterações valem a todos os contratos vigentes.