31/08/2017 | Maior demanda por temporários é aposta da Robert Half no país - Valor Econômico
A multinacional de recrutamento Robert Half planeja manter o crescimento da operação brasileira nos próximos anos com a demanda de profissionais temporários especializados nas áreas de finanças e tecnologia, apoiando-se nas mudanças trabalhistas que facilitam o uso desse tipo de contrato. Para os executivos da empresa, o próximo desafio é difundir a ideia de que esta pode ser uma oportunidade de carreira, e não uma segunda opção para quando o mercado está ruim. "Quando chegamos ao Brasil, era um mercado com enorme potencial para vagas permanentes. Nos últimos 10 anos, a economia se deteriorou, o câmbio se tornou mais desafiador e a operação adaptou sua abordagem para o mercado local e para impulsionar os negócios de temporários e interinos", diz Phil Sheridan, diretor sênior para Reino Unido, América do Sul e Oriente Médio. Sheridan visitou o Brasil neste mês junto com outros executivos da operação global, para um evento de comemoração dos 10 anos da empresa no país.
31/08/2017 | Por que o medo de ser demitido prejudica a produtividade do funcionário a longo prazo - Folha de S. Paulo
Em pânico com a ideia de ser demitido? O estresse pode torná-lo pior no emprego. A preocupação em se tornar desnecessário, a sensação de impotência devido a mudanças no local de trabalho e incerteza sobre o posto podem afetar seu desempenho. Ainda assim, criar um ambiente de insegurança de propósito é uma tática usada em alguns negócios - ao colocar mais demandas e estresse sobre funcionários - na crença enganosa de que isso aumentará sua performance.
31/08/2017 | Tempo de empresa não aumenta salário de funcionário qualificado - Folha de S. Paulo
O ganho salarial que profissionais mais qualificados têm ao acumular mais experiência laboral é o triplo do aferido por aqueles com baixa escolaridade no Brasil. Cada ano a mais de emprego no mercado formal adiciona 7,9% à remuneração do primeiro grupo ante 2,4% de aumento para o segundo.
31/08/2017 - Custos e benefícios da reforma trabalhista - O Estado de S.Paulo
O professor José Pastore, em artigo, cita que a reforma trabalhista tem sido interpretada como benéfica às empresas e prejudicial aos trabalhadores. Os benefícios adviriam da maior liberdade para negociar e da redução da insegurança jurídica. Os prejuízos decorreriam de perdas de direitos assegurados pela CLT. “Nada é garantido pela nova lei. Um benefício potencial pode se transformar em custo de fato e vice-versa, como resultado da negociação coletiva”, ressalta o acadêmico. Para ele, empresas e trabalhadores ganharão muito se negociarem de boa-fé e com objetividade para alcançar ganhos bilaterais. “Negociadores dos dois lados, gestores de produção e de recursos humanos e advogados terão de se preparar para negociações coletivas mais realistas e menos teatrais. Dessa forma as duas partes e a economia brasileira sairão ganhando”.
31/08/2017 | Sem reforma, Previdência e folha serão 75,3% dos gastos em 2020 - O Globo
Mesmo que o governo tenha força no Congresso para aprovar a reforma da Previdência e a reestruturação das carreiras do funcionalismo, esses gastos continuarão a pesar sobre as contas públicas, deixando a margem para cortes no Orçamento muito reduzida. Dados do Ministério do Planejamento mostram que, com as medidas apresentadas ao Congresso, Previdência e pessoal vão consumir 72,4% do Orçamento em 2020. Já sem elas, a conta vai a 75,3%.
31/08/2017 | Desemprego cai para 12,8% com informalidade puxando o mercado - Folha de S. Paulo
31/08/2017 | Recuperação ocorre com empregos de baixa qualidade, diz IBGE - Valor Econômico
31/08/2017 | Apesar da recuperação, qualidade das vagas é questionável, diz IBGE - O Estado de S.Paulo
31/08/2017 | Com aumento do trabalho informal, taxa de desemprego cai para 12,8% - O Estado de S.Paulo
A taxa de desocupação no Brasil ficou em 12,8% no trimestre encerrado em julho deste ano, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa registrada no País no trimestre encerrado em julho foi a menor desde o trimestre encerrado em janeiro, quando estava em 12,6%.