23 DE FEVEREIRO | O GLOBO
Rodrigo Maia diz que reoneração da folha deve ser votada em março
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) , disse nesta quinta-feira que o projeto do governo para reoneração da folha de pagamento para cerca de 50 setores, parado no Congresso desde setembro, deve ser votado nas próximas duas semanas. O texto prevê uma exceção para alguns setores - construção civil e construção obras de infraestrutura; transportes rodoviário, ferroviário e metroviário de passageiros; e empresas jornalísticas.
23 DE FEVEREIRO | O GLOBO
Relator deve aumentar de 6 para 16 número de setores que manterão folha desonerada
O relator do projeto de reoneração da folha de pagamentos, deputado Orlando Silva (PCdoB/SP), vai aumentar a lista de setores que permanecerão com o benefício fiscal. Segundo ele, a intenção é incluir pelo menos mais 10 segmentos em seu relatório. Assim, a lista de áreas que manteriam a desoneração subiria para 16. Entre os setores beneficiados estão o de calçados, móveis, telemarketing, tecnologia da informação e empresas estratégicas de defesa.
23 DE FEVEREIRO | O GLOBO
Faltou trabalho para 26,5 milhões de brasileiros em 2017, diz IBGE
Faltou trabalho para, em média, 26,5 milhões de brasileiros no ano passado, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo IBGE. O número é a soma de desempregados, pessoas que gostariam de trabalhar mais e aqueles que até queriam uma vaga, mas não procuravam - que formam a chamada subutilização da força de trabalho. O dado faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, que detalha as informações sobre o mercado de trabalho Em janeiro, versão resumida do mesmo levantamento já havia mostrado que o Brasil fechou o ano passado com desemprego médio de 12,7%, recorde histórico.
23 DE FEVEREIRO | O ESTADO DE S. PAULO
Emprego com carteira assinada volta, mas com baixa qualificação
Depois de três anos de queda, a geração de empregos formais deve voltar a ser positiva no País em 2018. Esse crescimento, no entanto, ainda se dará por meio de vagas que exigem uma qualificação mais baixa - mas que, em geral, são ocupadas por candidatos com nível de escolaridade maior. As empresas estão em busca de profissionais ‘bons e baratos’.