21/09/2017 | Novas regras trabalhistas travam acordos, diz Fipe - Valor Econômico
Após a aprovação da reforma trabalhista, em julho, a quantidade de negociações entre patrões e trabalhadores para definir reajuste salarial despencou para as campanhas com data-base em agosto. De acordo com o Boletim Salariômetro, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), até hoje foram fechadas 71 negociações salariais com data-base em agosto. De acordo com o Boletim Salariômetro, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), até hoje foram fechadas 71 negociações salariais com data-base de agosto, 56% menos que as 167 concluídas no mesmo período do ano passado. Segundo Hélio Zylberstajn, coordenador do Salariômetro, a queda pode ser explicada pela inclusão nas negociações, pelos sindicatos, de cláusulas que neutralizassem as novas normas, o que o especialista chama de "antídoto à reforma" ou "pauta antirreforma".
21/09/2017 | Reforma trabalhista pode criar distorções entre trabalhadores - O Estado de S.Paulo
Com a entrada em vigor das novas regras trabalhistas, em novembro, especialistas em direito chamam atenção para possíveis distorções que podem surgir entre trabalhadores que exercem atividade semelhante, só que em cidades diferentes. Para entidades patronais, a mudança é vista como uma forma de flexibilização na relação entre empresa e trabalhador. Sindicatos dos empregados, no entanto, avaliam que as alterações também devem aumentar o número de distorções entre trabalhadores.
21/09/2017 | Terceirização vira alvo de briga judicial - O Estado de S.Paulo
As novas regras da legislação trabalhista começam a enfrentar os primeiros questionamentos na Justiça. Uma ação do Ministério Público do Trabalho pede R$ 37,7 milhões de indenização à Riachuelo por terceirizar a produção com condições trabalhistas piores que as dos funcionários diretos da empresa. O STF também recebeu ação que questiona a constitucionalidade da terceirização em salões de beleza.
21/09/2017 | Temer comemora criação de empregos sem carteira - O Globo
Em uma entrevista em Nova York à agência Reuters, o presidente Michel Temer citou como fato positivo a criação de empregos sem carteira assinada no Brasil. A menção foi feita ao falar sobre a geração de vagas com a recuperação da economia. “Depois de vários meses, de um tempo para cá, foram criados 103 mil postos de trabalho com carteira assinada, mais milhares de postos, mas sem carteira assinada”, disse Temer. “Começamos a recuperar o emprego em nosso país”.