19/10/2017 | Comércio prevê aumento de até 10% nas contratações de temporários no fim de ano - O Estado de S.Paulo
Confiante na recuperação da economia e de olho nas novas normas trabalhistas, o comércio da capital paulista prevê um aumento de 5% a 10% na criação de vagas temporárias no fim deste ano em relação a igual período do ano passado. A estimativa é da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Na opinião do presidente da ACSP, Alencar Burti, a expectativa de crescimento do emprego temporário deve-se principalmente à "melhora da economia, que já saiu da recessão", e "à reforma trabalhista", que criou novas modalidades de contratação.
19/10/2017 | Trabalho formal por conta própria cresce durante a crise - O Estado de S.Paulo
Os dados da Síntese da Pnad Contínua também mostram que com a crise no mercado de trabalho, aumentou o ímpeto dos brasileiros por formalizar atividades e pequenos empreendimentos em busca de mais oportunidades profissionais. Apesar da queda no número de vagas com carteira assinada no País, o número de trabalhadores por conta própria formalizados aumentou. Em 2012, 23,9% dos ocupados como empregadores ou trabalhadores por conta própria tinham registro no CNPJ, percentual que alcançou 28,9% em 2016.
19/10/2017 | Serviço contrata - Folha de S. Paulo
O setor de serviços criou 12 mil empregos em agosto no Estado de São Paulo -quase o dobro do mês anterior, segundo a FecomercioSP. É o segundo mês consecutivo com saldo positivo. Em números absolutos, o resultado foi o melhor para um mês de agosto desde 2014. Na área da educação, foi gerada mais da metade (57,4%) do total das vagas. No acumulado em 12 meses, no entanto, o saldo ainda é negativo em 29 mil postos de trabalho. O número é bom e devemos ver mais resultados positivos nos próximos meses", diz Jaime Vasconcellos, assessor econômico da entidade.
19/10/2017 | Fiscais e MPT resistem à reforma - Valor Econômico
Apesar da alta expectativa com relação à entrada em vigor da reforma trabalhista, no dia 11 de novembro, as empresas poderão continuar a ser fiscalizadas, autuadas e sofrer novas ações civis públicas por práticas que estão previstas na Lei nº 13.467/2017. Depois dos juízes, fiscais do trabalho e procuradores do Ministério Público do Trabalho (MPT) declararam que não devem aplicar os principais pontos da reforma com o argumento de que há violação a princípios constitucionais, a outras leis trabalhistas e normas da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
19/10/2017 | Juízes sinalizam em despachos aplicação da lei - Valor Econômico
Ainda que exista um movimento contrário à aplicação da reforma trabalhista, magistrados, principalmente de primeira instância, adiantam em despachos que deverão utilizar a nova norma quando entrar em vigor, em novembro. Os despachos tratam principalmente da possibilidade de pagamento de perícia e de honorários de sucumbência (devidos à parte contrária quando o pedido é negado) pelo trabalhador.
19/10/2017 | Corte de verba reduziu fiscalização contra trabalho escravo em SP - O Estado de S.Paulo
Antes mesmo de ser afetada pela portaria do governo que dificulta a autuação de quem explora o trabalho escravo, a fiscalização contra esse tipo de crime já vinha sendo reduzida no País. Em São Paulo, terceiro colocado no ranking nacional de trabalhadores resgatados em condições degradantes, praticamente não aconteceram operações contra o trabalho escravo este ano. Conforme procuradores do Ministério Público do Trabalho (MPT), desde o ano passado, o corte de verbas vem limitando as ações.