15/12/2017 | Tribunal modifica orientação sobre pagamento de horas extras habituais - Valor Econômico
As empresas terão um custo maior com o pagamento de horas extras habituais aos trabalhadores. O Tribunal Superior do Trabalho (TST), em um julgamento que causou surpresa, alterou ontem a jurisprudência sobre o tema. Com a mudança, as horas extras passam a refletir no pagamento do repouso semanal remunerado e demais verbas trabalhistas, como 13º salário, férias, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e aviso prévio. O caso foi analisado em recurso repetitivo e deve ser obrigatoriamente aplicado aos demais processos. Como houve modulação dos efeitos, o entendimento só se aplicará a novos processos.
15/12/2017 | Setor de serviços registra queda em outubro, mostra IBGE - O Estado de S.Paulo
O volume de serviços prestados no país recuou 0,8% em outubro, frente a setembro, pela série com ajuste sazonal, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta sexta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o quarto mês consecutivo de queda do indicador. Em setembro, o setor havia recuado 0,3%, número que não sofreu revisão. Conforme a pesquisa do IBGE, o volume de serviços recuou 0,3% na comparação a outubro de 2016. No acumulado em 12 meses, o setor registrou baixa de 3,7% no volume. Nos dez primeiros meses do ano, a baixa acumulada foi de 3,4% frente ao mesmo período de 2016.
15/12/2017 | Com recessão, mais jovens nem estudam nem trabalham; mulheres são mais atingidas - O Estado de S.Paulo
Ao aumentar o desemprego entre os jovens, a recessão elevou o número de brasileiros entre 16 a 29 anos de idade que nem estudam nem trabalham. Segundo a Síntese de Indicadores Sociais 2017, divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o porcentual de jovens nessa situação, que se manteve estável de 2012 a 2014, saltou em 2015 e 2016, com efeito maior entre as mulheres, por causa dos serviços domésticos. Em 2014, 22,7% dos jovens de 16 a 29 anos nem estudavam nem trabalhavam. Em 2016, essa fatia ficou em 25,8%. Como a parcela dos jovens dedicados aos estudos se manteve estável, a conclusão é que esse aumento ocorreu porque muitos perderam os empregos e desistiram de procurar trabalho.
15/12/2017 | Mercado de trabalho melhora, mas desemprego não cai, diz Ipea - O Estado de S.Paulo
A melhora do mercado de trabalho ao longo de 2017 é generalizada e deverá se manter em 2018, mas isso não levará necessariamente a uma queda na taxa de desemprego. A análise está na Carta de Conjuntura, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), cuja seção sobre mercado de trabalho foi divulgada nesta quinta-feira, 14. A explicação para o desemprego não cair é o ritmo de crescimento da força de trabalho (a população economicamente ativa, PEA). A força de trabalho é formada tanto pelos desempregados em busca de trabalho quanto pelos empregados. A população ocupada vem crescendo, mas o número de pessoas que voltou a procurar emprego e não encontra cresce mais rapidamente, engordando a população desocupada.