15/09/2017 | Ministro da Fazenda diz que após reformas país crescerá 3,5% ao ano - O Globo
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta manhã em São Paulo, que aprovadas as reformas no Congresso, a economia brasileira ganha condições de crescer 3,5% nos próximos anos, ou um patamar até superior a esse. Meirelles afirmou que está 100% do tempo concentrado em sua atividade como ministro, e desconversou quando perguntado sobre uma eventual candidatura à presidência em 2018.
15/09/2017 | Saúde financeira de empresas e famílias melhora - O Estado de S.Paulo
Tanto consumidores como empresas parecem recuperar, aos poucos, a saúde financeira, indicam pesquisas da Boa Vista SCPC da Associação Comercial de São Paulo e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas. São indicadores importantes para antecipar o comportamento do varejo e do crédito nos próximos meses, pois, na medida em que os agentes econômicos recompõem suas finanças, adquirem condições mais favoráveis para tomar crédito, no caso das empresas, ou consumir, no caso das famílias. Os números não podem ainda ser considerados satisfatórios, mas a sinalização é clara.
15/09/2017 | A gastança crônica e o duro aprendizado - O Estado de S.Paulo
O escritor inglês Oscar Wilde disse uma vez que “experiência é o nome que damos a nossos erros”. Três anos de recessão no Brasil e de forte desemprego, devidos a erros exclusivamente nossos, construíram um arsenal de experiência, afirma Celso Ming. Segundo o colunista, antes disso o brasileiro se recusava a aceitar verdades como a necessidade de promover reformas, sem as quais o País estaria condenado à prostração e ao atraso. “Agora se viu que o projeto que pretendeu empurrar o crescimento econômico baseado em intervenções na economia e no voluntarismo produziu um desastre atrás do outro”.
15/09/2017 | Só com PIS/Cofins renúncia fiscal será de R$ 77 bilhões - O Estado de S.Paulo
Com a promessa de enviar uma reforma simplificando a cobrança de PIS/Cofins ao Congresso, o governo pretende reduzir os regimes especiais de tributação das duas contribuições, que estão entre as principais distorções do arcabouço tributário brasileiro. Hoje, são 47 formas de tributação diferentes para o PIS e 55 para a Cofins. A renúncia dada a diversos setores deve chegar a R$ 77 bilhões no ano que vem, de acordo com projeções da Receita Federal.