14/09/2017 | Mercado de trabalho formal também tem melhora, diz Ipea - O Estado de S.Paulo
No segundo trimestre de 2017, de todos os trabalhadores que passaram da ocupação para o desemprego, 32% estavam empregados no mercado formal. Embora elevado, esse montante é 10 pontos porcentuais menor que o observado há dois anos. O levantamento foi feito pelo Ipea com base nos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
14/09/2017 | Aumenta confiança do brasileiro em conseguir emprego - O Globo
A desesperança do trabalhador brasileiro diminuiu entre maio e julho deste ano. O chamado desalento, quando se desiste de procurar uma vaga por acreditar que não vai conseguir emprego depois de buscar muito, atingiu 44,6% dos trabalhadores dos que estavam disponíveis para trabalhar. No início do ano, foi o auge desse desalento: 47% dos que estavam querendo trabalhar ficaram fora do mercado. Atualmente são 3,13 milhões nessa situação, 198 mil a menos que entre janeiro a março.
14/09/2017 | Volume de serviços cai e reação do setor no ano divide analistas - Valor Econômico
O setor de serviços interrompeu em julho uma sequência de três meses de crescimento. O retrato apresentado confirma a tendência de uma recuperação da economia puxada pelo consumo das famílias, com os investimentos das empresas ainda sem nenhum sinal de reação. Diante do revés, economistas estão divididos: há quem aposte na recuperação do setor ao longo do semestre, acompanhando com defasagem a lenta retomada no comércio e na indústria. Já os pessimistas não preveem nenhuma reação este ano e acreditam que, junto à estabilidade do varejo em julho, a baixa em serviços sinaliza que o PIB pode ter parado de melhorar no terceiro trimestre.
14/09/2017 | Setor de serviços inicia 3º trimestre em queda - O Estado de S.Paulo
Ao contrário da indústria e do comércio, o setor de serviços começou o terceiro trimestre com o pé esquerdo. O volume de serviços prestados no País encolheu 0,8% na passagem de junho para julho, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços divulgados ontem pelo IBGE. Diante do revés, economistas estão divididos: há quem aposte na recuperação do setor ao longo do semestre, acompanhando com defasagem a lenta retomada no comércio e na indústria. Já os pessimistas não preveem nenhuma reação este ano e acreditam que, junto à estabilidade do varejo em julho, a baixa em serviços sinaliza que o PIB pode ter parado de melhorar no terceiro trimestre.
14/09/2017 | Os motores da recuperação - O Estado de S.Paulo
O consumo se recupera, com números melhores que os do ano passado, e seu desempenho combina com a inflação moderada e com os dados positivos da indústria, compondo um quadro de retomada lenta, mas aparentemente firme, da atividade econômica. Essa lentidão explica os indicadores ainda negativos dos serviços, um amplo setor muito dependente, no Brasil, da renda dos trabalhadores e do vigor da produção de mercadorias.