PMI do setor de serviços indica expansão em setembro e nova alta do PIB no 3º tri - Valor Econômico
A atividade no setor de serviços voltou a crescer em setembro, após quatro meses de resultados negativos, com redução menos intensa do nível de emprego. O Índice Gerente de Compras (PMI, na sigla em inglês) para o segmento subiu de 49 para 50,7 pontos no mês passado, e ficou acima da marca que divide retração de expansão pela primeira vez desde abril. Segundo a consultoria IHS Markit, responsável pelo levantamento, o avanço em setembro foi impulsionado pela expansão na quantidade de novos negócios.
De volta ao serviço - Folha de S.Paulo
O faturamento do setor de serviços na cidade de São Paulo subiu 4,4% no acumulado deste ano até agosto, aponta a FecomercioSP, com dados da Secretaria da Fazenda. O incremento representa R$ 7,8 bilhões a mais de receita em relação a 2016.
Maioria das empresas fecha as portas após 5 anos - Valor Econômico
Cinco anos após serem criadas, pouco mais de 60% das empresas já fecharam as portas. A constatação é da pesquisa Demografia das Empresas, divulgada ontem pelo IBGE. Do total de 733,6 mil empresas que nasceram em 2010, apenas 277,2 mil (37,8% do total) conseguiram sobreviver até 2015. O levantamento indica que a sobrevivência das empresas tem ligação com seu porte. Cinco anos após a entrada no mercado, a taxa de sobrevivência das companhias sem pessoal assalariado foi de 31,3%. Nas com uma a nove pessoas assalariadas, era de 57,8%. E nas com dez ou mais pessoas, de 67,1%.
Incertezas inibem a oferta de crédito - Valor Econômico
As micro e pequenas empresas são em geral as mais afetadas em conjuntura de crise econômica, e o acesso a financiamento torna-se, mais do que nunca, fundamental para dar fôlego à atividade. Diante disso, instituições financeiras e agências regionais de fomento buscam alternativas para maior apoio às empresas de menor porte. O BNDES reduziu os custos das linhas de capital de giro a micro e pequenos empreendedores, e desenvolve mecanismos para ampliar as operações com Cartão BNDES, um dos principais instrumentos de suporte a este segmento.
Encomendas para o Natal já elevam produção da indústria - O Globo
Os efeitos do que o varejo espera ser o melhor Natal em quatro anos já começam a ser sentidos pela indústria. Levantamento da CNC mostra avanço na produção de segmentos tradicionalmente ligados às festas de fim de ano. Na média entre junho e agosto - período em que as encomendas natalinas costumam ser feitas -, o segmento de eletrônicos, por exemplo, registra alta de 20,4% na produção. No mesmo período de 2016, registrara queda de 5,4%. O setor de vestuário também apresenta reação, passando de queda de 6,7%, no ano passado, para avanço de 1,1%. A confederação espera que as vendas de Natal cresçam 4,3% neste ano, após recuos de 4,9% em 2016 e de 5% em 2015.
Vaga temporária reflete alta da demanda - O Estado de S.Paulo
Indicadores recentes apontam para um aumento da oferta de vagas temporárias de trabalho, cujo preenchimento é necessário para que as empresas possam atender à demanda do final do ano. A expectativa é de que parte das vagas temporárias se transforme em definitivas, o que depende do ritmo da atividade econômica nos próximos meses e da aptidão dos contratados para a função desempenhada.