01/02/2018 | Trabalho com carteira assinada no País está no nível mais baixo desde 2012 - O Estado de S.Paulo
A população de trabalhadores com carteira assinada no setor privado no País totalizou 33,321 milhões de pessoas no quarto trimestre de 2017, o nível mais baixo da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira, 31. O auge da carteira assinada ocorreu no segundo trimestre de 2014, quando alcançou 36,880 milhões de trabalhadores.
01/02/2018 | Desemprego recua, mas postos de trabalho permanecem precários - O Estado de S.Paulo
Depois de surpreender positivamente ao longo do ano passado, o mercado de trabalho deve seguir em gradual recuperação em 2018. Analistas consultados pelo Valor estimam que a taxa de desemprego, que foi de 11,8% no quarto trimestre de 2017, deve ceder para 10% a 11,3% no fim deste ano. Mais do que uma redução da taxa, eles acreditam que a recuperação da atividade econômica em ritmo mais rápido vai produzir empregos de melhor qualidade no país, com carteira de trabalho assinada. Em 2017, a melhora foi integralmente calcada em postos informais e por conta própria, o que levou a uma precarização do mercado de trabalho.
01/02/2018 | Informalidade se consolida como motor da recuperação do emprego - Folha de S.Paulo
O ano de 2017 foi marcado pela redução do desemprego. Após dois anos de fechamento de vagas em razão da crise, o país voltou a abrir novos postos, porém, com uma característica: a informalidade. A soma dos trabalhadores sem carteira (11,1 milhões) e por conta própria (23,1 milhões) superam em quase 1 milhão o contingente com carteira assinada (33,3 milhões). Os postos com carteira reduziram em 685 mil, enquanto conta própria cresceram em 1,07 milhão e sem carteira, 598 mil.
01/02/2018 | A metamorfose do emprego e a previdência social - O Estado de S.Paulo
Depois de um tempo de perplexidade ou de escolha errada de culpados, comentaristas e economistas de todas as tendências começam a entender que as relações de trabalho passam por rápidas mudanças. Falta garantir ocupação para o trabalhador e como enfrentar o problema da cobertura da previdência social. Depois de um tempo de perplexidade ou de escolha errada de culpados, comentaristas e economistas de todas as tendências começam a entender que as relações de trabalho passam por rápidas mudanças. Falta garantir ocupação para o trabalhador e como enfrentar o problema da cobertura da previdência social.
01/02/2018 | Emprego doméstico volta a crescer no País - O Estado de S.Paulo
O emprego doméstico voltou a crescer no País. No quarto trimestre de 2017, 204 mil pessoas conseguiram uma colocação no mercado de trabalho nessa função, em relação ao terceiro trimestre do ano, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
01/02/2018 | Consultoria adota contratação de pessoas com deficiência como diretriz - Folha de S.Paulo
Na mais recente seleção de trainees da gigante de auditoria e consultoria PwC, foram selecionadas pelo país 40 pessoas com deficiência de uma só vez, número recorde para a empresa e que chama a atenção em qualquer processo seletivo. A medida não é acaso nem tomada para atender a lei, a inclusão tornou-se diretriz da multinacional no Brasil. Para 2018, a empresa pretende adotar outra medida inclusiva pouco comum, alocar orçamento específico para acessibilidade e inclusão.
01/02/2018 | Tecnologia pode ampliar desigualdade de renda - Folha de S.Paulo
A recessão brasileira talvez tenha acelerado no país consequências do avanço da tecnologia que especialistas preveem como inevitáveis, como aumento da informalidade e do emprego autônomo. A tecnologia tem levado ao desaparecimento de tarefas rotineiras e repetitivas, como as administrativas. É o que alguns especialistas chamam de "esvaziamento do meio". Segundo esses estudiosos, vão sobrar -e surgir- empregos concentrados em dois extremos opostos. De um lado, estarão os postos muito especializados, de alto "teor" tecnológico, e, de outro, vagas de baixa qualificação.